Gálatas

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Handout
Olá amados amigos e irmãos, é um prazer enorme estar aqui com vocês mais um Domingo estudando juntos a Palavra de Deus e aplicando-a em nossa vida diária.
Agradeço a todos que tem me mandado mensagem seja no grupo da classe ou mesmo fazendo contato individualmente comigo, tenho tido a oportunidade de aprender muito com vocês, não há melhor maneira de aprender do que pesquisando para ensinar e sou grato a Deus por isso.
Gostaria de começar nossa aula com uma oração.
Bom, hoje nós estudaremos nossa segunda Epístola, a carta aos Gálatas.
Essa carta tem um tom muito diferente das cartas que vimos antes, ao escrever ao Tessalonicenses Paulo escreve a uma igreja amada, como um pastor escrevendo a seu rebanho, em sua Epístola aos Gálatas já vemos um tom bem diferente, Paulo escreve de maneira dura, enfática tendo que corrigir erros graves que estavam acontecendo e exortar de maneira dura alguns que ele mesmo chama de falsos irmãos (Gl 2.4) que estavam deturpando o Evangelho da Graça pregado pelo Apóstolo.
Mas antes de começarmos a tratar a respeito do assunto principal da carta, devemos entender primeiramente quem era o público alvo dessa carta.

Contexto e Destinatários

Diferente das outras cartas que Paulo escreveu, essa é a única que ele não endereçou especificamente a uma igreja ou a um grupo específico de igrejas, mas sim a uma região chamada de Galácia.
A região da Galácia fica onde hoje temos a Turquia. O denominado Reino da Galácia surgiu em torno do 3 século a.C. e a região foi povoada por tribos Celtas que haviam sido expulsas da região da Gália na França, dai o nome da região de Galácia.
Essas tribos celtas que formaram a Galácia eram conhecidas por seu culto a deusa Cibele, onde em suas adorações eram feitas mutilações corpóreas cerimoniais. Além disso as tribos célticas eram conhecidas por sua inconstância, volubilidade e instabilidade no caráter e no agir. Um povo inconstante e facilmente desencorajados por fracassos.
Existem duas teorias sobre a quais igrejas essa carta foi endereçada.
A primeira que diz que ela foi endereçada às igrejas do norte da Galácia, em cidades como Ancara (Capital da Galácia), Pessino (principal sede de adoração e culto a Cibele) e Tavium (importante centro comercial da Província). Essa teoria leva em conta o nome aos Gálatas como em sentido geográfico, sendo essas as maiores cidades e estando elas ao norte da Galácia, porém Paulo só visitou essa região em sua terceira viagem missionária, o que colocaria sua escrita bem posterior a outras epístolas.
Porém o termo Galácia poderia ser visto de outra forma além da geografia. No sentido Político e Oficial perante o império Romano a região considerada como fazendo parte da província romana da Galácia incluía uma parte da Frígia, Pisídia e Licaônia em seus territórios, locais esses ao aos sul da Galácia e não ao Norte, e nesses locais se encontram as igrejas de Antioquia da Pisídia, Icônio, Listra e Derbe, e conforme nós vimos, essa região foi visitada por Paulo em sua primeira viagem missionária junto com Barnabé em Atos 13-14.
Essa segunda teoria é fundamentada por diversos pontos.
1- Paulo geralmente utilizava o termo Oficial do império romano para localização em suas cartas, como vemos as igrejas da Ásia (1 Co 16.19), da Macedônia (2 Co 8.1) e Acaia (2 Co 1.1) e oficialmente a província da Galácia englobava as áreas antes mencionadas da Frígia, Pisídia e Licaônia.
2- Temos um relato detalhado de Paulo visitando essa região ao sul da Galácia em Atos 13-14 enquanto não temos qualquer informação sobre igrejas fundadas ao Norte, a não ser a informação de que ele passou pela região em sua 3 viagem missionária.
3- Em Gálatas Paulo cita repetidas vezes barnabé como sendo ele uma pessoa bastante conhecida pelo irmãos de lá (Gl 2.1,9,13), mas sabemos que Barnabé só acompanhou Paulo na primeira viagem missionária e eles só passaram pelo Sul da Galácia.
Esses dentre outros argumentos nos levam a acreditar que a carta era então endereçada às igrejas aos Sul da Galácia, visitadas na primeira viagem, a saber Antioquia da Pisídia, Icônio, Listra e Derbe.

Características

Esboço:
1- A DEFESA DO EVANGELHO DA GRAÇA (1.1 – 2.21)
A. Introdução (1.1-9)
B. O evangelho da graça é recebido mediante revelação de Jesus Cristo (1.10-24)
C. O evangelho da graça é aceito pela liderança de Jerusalém (2.1-10)
D. O evangelho da graça é defendido pela admoestação de Cefas (2.11-21)
2- A EXPLICAÇÃO DO EVANGELHO DA GRAÇA (3.1-4.31)
A. O Espírito Santo foi recebido pela pregação da fé e não pelas obras da lei (3.1-5).
B. Abraão foi justificado pela fé e não por obras (3.6-9)
C. Ninguém é justificado pela lei, mas pela fé (3.10-4.11)
I- Cristo nos resgatou da maldição da lei (3.10-14)
II. A aliança de Abraão não foi revogada pela lei. (3.15-18)
III. A lei foi adicionada por causa das transgressões (3.19-22)
IV. Os cristãos não estão subordinados à lei (3.23-4.11)
V. Os Gálatas recebem as promessas pela fé não pela lei (4.12-20)
VI. Lei e graça não podem coexistir (4.21-31)
3- A APLICAÇÃO DO EVANGELHO DA GRAÇA (5.1-6.18)
A. A Postura dos chamados a liberdade: permanecer firmes na fé (5.1-12)
B. A conduta dos chamados à liberdade: sede servos uns dos outros pelo amor (5.13-15)
C. O poder para os chamados à liberdade: andai no Espírito (5.16-26)
I. O conflito entre carne e espírito (5.16-18)
II. As obras da carne (5.19-21)
III. 0 fruto do Espírito (5.22-26)
D. A ética dos chamados à liberdade: façamos o bem a todos (6.1-10)
I. Levai as cargas uns dos outros (6.1-5)
II. Não nos cansemos de fazer o bem (6.6-10)
E. Conclusão (6.11-18)
I. Os motivos dos que pregam a circuncisão (6.11-13)
II. Os motivos do apóstolo Paulo (6.14-18).
A carta é dividida em 3 partes, cada uma contendo 2 capítulos.
1° parte da Carta (Caps 1 e 2)
Vemos Paulo fazendo uma breve apresentação e a declaração do motivo de escrever a carta, mas diferentemente das outras epístolas, Paulo não faz aqui uma longa saudação, parabenizando os destinatários por algo ou demonstrando alegria por algum feito. Paulo já inicia sua carta ressaltando que seu chamado ocorreu diretamente por Cristo e não por homem algum como alguns ali estavam alegando, e que o evangelho que ele pregava não era dele, ou dos apóstolos, mas sim algo recebido por revelação diretamente da parte de Deus.
Sabemos que Paulo depois de sua conversão foi diretamente para a arábia, e ele mesmo diz isso nos versículos 16-18 do capítulo 1. Paulo era um judeu muito bem instruído, conhecia as Leis e toda a Torá, e quando finalmente ele se converte a Cristo isso faz com que ele tenha que rever seus conceitos e seu aprendizado do AT, isso deve ter gerado uma crise muito grande nele, e ele opta então por um retiro solitário em algum lugar da arábia para poder estudar e buscar entendimento junto a Deus sobre tudo isso, e é desse retiro que Paulo constrói sua doutrina e sua teologia, deixando bem claro que ele não é discípulo dos 12 mas sim de Cristo, chamado por Ele em pessoa e instruído por Ele também.
Interessante notarmos que o ministério de Cristo na terra durou aproximadamente 3 anos, onde Ele caminhou com os 12 e os ensinou, Paulo também passa cerca de 3 anos isolado aprendendo com Deus e estudando, mais um reforço para autenticar seu apostolado.
Seu único contato com os 12 foi quando ele subiu para Jerusalém, passando duas semanas com Pedro e Tiago (Gl 1.18-19; At 9.25-30), mas isso ocorre depois do retorno da Arábia.
Paulo tem que fazer toda essa defesa de seu apostolado e de seu chamado por que depois que ele pregou o evangelho aos Gálatas, a igreja começou a crescer, porém alguns mestres judaizantes, provavelmente vindos de Jerusalém começaram a ensinar doutrinas diferentes daquelas pregadas pelo apóstolo. Eles não combatiam o cristianismo em sí, não queriam perseguir os convertidos, mas eram judaizantes, ou seja, queriam que os gentios convertidos adotassem as leis e cerimonias judaicas, como circuncisão, festas e leis cerimoniais, e para conseguir isso começaram a minar a credibilidade de Paulo, tentando gerar descrédito.
Atacaram Paulo dizendo que seu chamado não era da parte de Deus, e que na verdade seu ensinamento era de 2 mão, que tudo que ele fala a era o que tinha ouvido dos apóstolos e não de Cristo. A influencia de tais mestres judaizantes estava crescendo e a igreja estava então se desviando do evangelho da graça e caindo novamente na Lei. Por isso vemos o autor defender de forma tão enfática seu chamado e por isso também podemos perceber um tom de exortação mais severo nessa epístola, O evangelho e Paulo estavam sendo atacados e corrompidos.
2° parte da Carta (Caps 3 e 4)
Após sua apresentar sua defesa, o apóstolo inicia então o discurso sobre o tema central de sua carta, a doutrina da salvação pela fé por meio da graça. Podemos traçar um paralelo muito próximo entre as cartas de Gálatas e de Romanos, ambas possuem a mesma temática, a salvação é mediante a fé e não mediante a Lei. Paulo chega a utilizar as mesmas citações em ambas, por exemplo vejamos os versículos de Gálatas 3.6 e Romanos 4.3.
É o caso de Abraão, que creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça (Gl 3.6).
Pois que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça (Rm 4.3).
Além disso podemos observar diversos outros trechos que também são semelhantes, deixarei aqui com vocês as referencias para estudarem depois:
Rm 8.14-17 x Gl 4.5-7; Rm 6.6-8 x Gl 2.20; Rm 13.13-14 x Gl 5.16-17.
Paulo uso o argumento de que a Lei nunca salvou, a salvação sempre foi pela fé, e isso é muito claro desde Abraão. Vamos ver o que ele diz no capítulo 3

6É o caso de Abraão, que creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça.

7Sabei, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão.

8Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, preanunciou o evangelho a Abraão:

Em ti, serão abençoados todos os povos.

9De modo que os da fé são abençoados com o crente Abraão.

10Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito:

Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las.

11E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque

o justo viverá pela fé.

12Ora, a lei não procede de fé, mas:

Aquele que observar os seus preceitos por eles viverá.

13Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito:

Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro),

14para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos, pela fé, o Espírito prometido.

Os judeus se consideram os filhos legítimos de Abraão e por isso únicos herdeiros de suas promessas, mas o que Paulo está defendendo aqui é que em primeiro lugar Abraão veio antes da Lei, e a salvação dele ocorre pela fé e não pela Lei que ainda não existia, e em segundo lugar que a fé é estendida a todos os povos desde a aliança abraâmica, onde seriam abençoados todos os povos da terra. A salvação sempre foi universal, mas os judeus não entendem isso até hoje.
A Lei apontava para Cristo e em Cristo a Lei foi cumprida.

24De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé.

25Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio.

26Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus;

A Lei serviu para que a humanidade tivesse consciência de seu pecado, a Lei mostrou que nenhum homem poderia se salvar da condenação pois não há possibilidade de ninguém conseguir cumprir toda a Lei, por isso não há salvação pela Lei e sim condenação, mas Cristo toma para si essa condenação, cumprindo a Lei em seu próprio corpo.

13Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito:

Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro),

E através do sacrifício de Cristo, por sua graça, fomos salvos e libertos do julgo da Lei, e uma vez livres das amarras que a Lei trazia, agora estava se pregando o contrario, que novamente deveriam voltar aos ritos da Lei, um escravo liberto querendo voltar a escravidão.

1Digo, pois, que, durante o tempo em que o herdeiro é menor, em nada difere de escravo, posto que é ele senhor de tudo.

2Mas está sob tutores e curadores até ao tempo predeterminado pelo pai.

3Assim, também nós, quando éramos menores, estávamos servilmente sujeitos aos rudimentos do mundo;

4vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei,

5para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos.

6E, porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai!

7De sorte que já não és escravo, porém filho; e, sendo filho, também herdeiro por Deus.

Em Cristo não somas mais escravos dessa Lei, somos sim herdeiros e filhos de Deus. E ele conclui esse pensamento no capítulo 5

1Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.

3° parte da Carta (Caps 5 e 6)
Nesta última parte da carta, após explicar o evangelho da graça, Paulo começa a aplicá-lo na vida dos cristãos.
Ele veio ensinando nos capítulos anteriores sobre a fé e a forma como ela nos deixa livres da escravidão da Lei, agora Paulo aplica essa liberdade não só a escravidão da Lei, mas também a escravidão do pecado. Se Cristo nos libertou, somos então livres do pecado, mas essa liberdade não deve se tornar em libertinagem.

13Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor.

E novamente Paulo usa de um artifício de contraste aqui na carta, na realidade a carta aos Gálatas é repleta de contrastes, Graça x Lei, Fé x Obras do homem, Obras da carne x Fruto do Espírito, mundo x Cruz, Carne x Espírito.
E o autor trás agora o contraste do velho homem escravo do pecado, que se deixava dominar pelas obras da carne e agora o novo homem, andando pelo Espírito, ambos devem ser antagônicos.
Se antes eramos da carne nossas obras eram conhecidas:

19Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia,

20idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções,

21invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.

Mas agora que somos libertos da carne, do pecado e salvos andamos pelo Espírito nossa obra deve ser condizente com esse mesmo espírito, e é chamada de o Fruto do Espírito:

22Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade,

23mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.

E encerra sua carta nos mostramos que se somos salvos pela fé e com isso libertos somos então chamados a servir uns aos outros demonstrando o amor

2Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo.

9E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.

10Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé.

Pois com ele mesmo ensinou, o Fruto do Espírito é o amor.

Aplicação

Mas e para nós hoje, o que estudar essa carta implica em nosso cristianismo atual e como podemos usar seus ensinamentos?
Os Gálatas foram deixando entrar em seu meio um outro evangelho, de pouco em pouco as verdades da Cruz foram sendo substituídas por um evangelho errado, amarrado pela Lei e longe da graça de Deus, e creio que este é o momento de analisarmos o nosso evangelho brasileiro atual, o quão próximos estamos do verdadeiro evangelho deixado por Cristo ou será que estamos mudando esse evangelho para algo oposto?
Os Gálatas estavam deixando os ritos do Antigo Testamento entrarem e corromperem o evangelho da Graça e nós? Será que isso não tem se repetido em nossos dias, com pregações voltadas somente a costumes antigos, se agarrando a promessas que não nos pertencem, erguendo tabernáculos e templos suntuosos e se esquecendo do evangelho humilde do Deus encarnado que nasceu em uma manjedoura, do Cristo que andou com homens simples, muitos iletrados, pescadores humildes transformados pela graça em grandes pregadores. Será que não temos nos concentrado mais em buscar riquezas e grandezas como Israel fez e menos a humildade do Cristo revelado no evangelho de Marcos? Será que nosso evangelho brasileiro atual está tão diferente daquilo que estava sendo seguido na Galácia?
Por outro lado temos aqueles que pregam com a boca cheia que somos livres em Cristo, por isso podemos qualquer coisa, mas que no fundo acabam se assemelhando mais ao mundo do que a Cristo, fazendo shows ao invés de pregações, fazendo baladas, raves e tudo mais, pintando suas igrejas de preto para atrair a mocidade, transformando as igrejas em verdadeiras boates, com musica alta, cantos escuros e muita tecnologia, porém com pouca ou nenhuma palavra.
Cuidado meus irmãos, o mundo e o Espírito são opostos

17Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer.

Se estamos nos assemelhando demais ao mundo devemos cuidar para não se diferenciar muito do Espírito.
Não quero aqui julgar, ou apontar erros, dando nomes aos bois como se diz, quero somente levantar essas questões, será que não estamos caindo novamente nos erros do passado e nos afastando do verdadeiro evangelho?
Que cada um faça uma auto analise e veja qual evangelho tem seguido, o verdadeiro evangelho da Cruz ou um outro qualquer?
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