Gálatas 2.1-10: Só Há Um Evangelho
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Você já deve ter ouvido a seguinte máxima: “todos os caminhos levam a Deus”. Pois é, essa é a máxima que rege o ecumenismo.
Essa também era a máxima dos judaizantes, pois acusavam Paulo de possuir um outro evangelho que era inferior ao evangelho pregado pelos líderes da Igreja em Jerusalém. Segundo eles, não é que o evangelho de Paulo era ruim, mas que precisava de algum ajuste.
No capítulo primeiro desta carta aos Gálatas, percebemos que Paulo defende o seu apostolado declarando que seu ministério tinha origem divina e, portanto, independia das lideranças em Jerusalém. Agora, Paulo quer mostrar que seu Evangelho em nada difere dos apóstolos de Jerusalém.
Paulo nos ensina, portanto que não existe pluralidade de evangelhos. Só há um autêntico. Qualquer adição legalista ao Evangelho da Graça tira a liberdade dos crentes em Cristo e os reduzem à escravidão. Por essa razão deve-se combater esses falsos ensinamentos.
A mensagem de hoje se baseia nesse relato autobiográfico em que Paulo nos conta como foi parar em Jerusalém para combater esses falsos mestres e esses falsos ensinos. Apertem os cintos para começarmos.
I - A viagem de Paulo(1-5)
I - A viagem de Paulo(1-5)
Os companheiros de Paulo (1)
Barnabé
Era um levita, natural de Chipre e membro da Igreja Primitiva.
O seu nome foi dado pelos apóstolos para indicar o seu caráter (Filho da Consolação, At 4.36)
Foi Barnabé quem recomendou Paulo aos Apóstolos e lutou por Marcos. Isso levou a um desentendimento entre Paulo e Barnabé.
No fim da vida de Paulo, ele reconhece a importância de Marcos e torna-se grande amigo dele (2Tm 4.11)
Tito
Grego, ajudante e amigo de Paulo e, provavelmente, um de seus convertidos (Tt 1.4)
Viajou com Paulo e Barnabé a Jerusalém por causa de uma contenda com relação à lei mosaica (Gl 2.1-4)
Foi deixado em Creta para estabelecer presbíteros (Tt 1.5)
O motivo das viagem (2-5)
Paulo expõe o Evangelho que prega para acabar com a influência dos judaizantes (2)
Exposição
No versículo dois, podemos observar três fatos:
Primeiro fato: Paulo não vai a Jerusalém por convocação humana
“Fui para lá por causa de uma revelação”
Paulo não foi convocado pelos Apóstolos para se explicar. Paulo vai a Jerusalém “por causa de uma revelação”
Não sabemos se Paulo teve uma revelação ou se Deus usou outro irmão para revelar a Paulo a vontade de Deus. O certo é que Deus o convocou.
Segundo fato: o Evangelho de Paulo é o mesmo de sempre
“e expus diante deles o evangelho que prego entre os gentios”
O verbo “pregar” aqui está no presente, indicando que o Evangelho que Paulo expôs naquela época aos apóstolos é o mesmo que ele ainda prega.
Terceiro fato: Paulo não vai a Jerusalém receber aval dos Apóstolos
“fazendo-o, porém, em particular aos que pareciam mais influentes, para não correr ou ter corrido inutilmente”
Os mais influentes aqui, conforme sugere o contexto, refere-se a Tiago (irmão de Jesus), Pedro e João.
Paulo expôs o Evangelho que prega a eles com o fim de não “correr ou ter corrido inutilmente”. O que isto significa?
Primeiramente, Paulo não tinha dúvidas quanto ao Evangelho que recebeu de Jesus. Ele não precisava da confirmação dos apóstolos.
Com a expressão “não correr ou ter corrido inutilmente” Paulo estava se referindo a acabar com a influência dos judaizantes nas igrejas gentias, pois eles se diziam enviados dos apóstolos.
Tito como símbolo da circuncisão do coração (3)
Exposição
“Mas nem mesmo Tito, que estava comigo, foi obrigado a circuncidar-se, apresar de ser grego”
Como os apóstolos de Jerusalém reagiriam diante da incircuncisão de Tito? Eles o aceitaria como irmão ou o repudiaria como gentio? Eles tentariam modificar o Evangelho de Paulo?
O fato de Paulo ter levado Tito a Jerusalém sem circuncidá-lo é de grande importância na narrativa. O relato de Paulo nos mostra que o aspecto legal acabou com a morte de Cristo.
Em Rm 2.9, Paulo diz que a circuncisão importante é a do coração.
O legalismo priva o crente de sua liberdade cristã (4)
O versículo quatro nos chama atenção em três pontos:
Primeiro ponto: a existência de falsos irmãos no meio da igreja.
Exposição
“Essa questão foi levantada porque alguns falsos irmãos infiltraram-se em nosso meio”
Sempre existiu e sempre existirá pessoas que fingem ser crentes ou são enganadas quanto a isso. Elas estão no meio da igreja.
Assim como uma laranja podre estraga todo um saco de laranjas, esses falsos irmãos podem apodrecer a igreja do Senhor.
Segundo ponto: uma característica dos falsos irmãos
Exposição
“alguns falsos irmãos infiltraram-se em nosso meio para espionar a liberdade que temos em Cristo Jesus”
Os falsos irmãos a quem Paulo se refere agiam como espiões. Eles observavam a liberdade dos crentes em Cristo.
Falsos irmãos são bons em observar a vida alheia, mas, certamente, são ruins em avaliar a sua própria conduta.
Terceiro ponto: o evangelho legalista reduz o crente à escravidão
Exposição
“e nos reduzir à escravidão”
Concordo com John Stott quando diz que “o cristão foi libertado da lei no sentido de que a sua aceitação diante de Deus dependa inteiramente da graça de Deus na morte de Jesus Cristo aceita pela fé. Introduzir obras da lei e fazer a nossa aceitação depender de nossa obediência a regras e regulamentos era fazer o homem livre retroceder para a escravidão”
A liberdade cristã não significa que o salvo possa pecar livremente. A liberdade cristã significa que o salvo está livre dos encargos da lei e das tradições humanas. O homem é salvo por meio da graça de Deus, somente pela fé em Cristo Jesus. Qualquer acréscimo a isso é reduzi-lo à escravidão.
A resolução de Paulo (5)
Exposição
“Não nos submetemos a eles nem por um instante, para que a verdade do evangelho permanecesse com vocês”
Paulo mantém firme a sua convicção. Ele foi treinado por Cristo no deserto da Arábia durante três anos. Ele assentou-se a sós com Deus e aprendeu mais que aos pés de Gamaliel.
A convicção de Paulo tornou-lhe endurecido para heresias.
Aprendizado
É preciso lutar “com unhas e dentes” para defender o Evangelho que nos liberta para não sermos reduzidos à escravidão do legalismo.
Ilustração
Algumas pessoas são tão orgulhosas que não medem esforços para se defender, ainda que, para esse fim, seja preciso humilhar alguém. Pessoas assim são diferentes de Paulo. A princípio, pode parecer ao leitor desatento que Paulo está engrandecendo o seu ministério apostólico para desmoralizar seus opositores. Mas, Paulo não é orgulhoso. Seu desejo é defender o Evangelho que prega. Quanto a isso Paulo não media esforços.
Aplicação
Você deve se esforçar para que a verdade do Evangelho seja mantida
O que fazer
Pregue o Evangelho da Graça que liberta o homem do fardo do pecado e viva este mesmo Evangelho.
Denuncie os falsos evangelhos.
Como fazer
Peça graça a Deus para viver de acordo com este Evangelho. John Stott disse que para preparar um sermão leva-se 20 anos, pois este é o tempo para fazer um homem.
Peça a Deus graça para discernir o Evangelho verdadeiro do falso. Caso ouça em sua igreja um falso Evangelho, denuncie!
Por que fazer
O Espírito Santo opera através do Evangelho verdadeiro. Quando você prega e vive este Evangelho pessoas podem verdadeiramente vir a Cristo. Assim você está glorificando a Deus.
Ao denunciar o falso evangelho, você evitará confusão na igreja e ajudará a sepultar falsos ensinamentos. Assim Deus também será glorificado.
Recapitulação
Não existe pluralidade de evangelhos. Só há um autêntico. Qualquer adição legalista ao Evangelho da Graça tira a liberdade dos crentes em Cristo e os reduzem à escravidão. Por essa razão deve-se combater esses falsos ensinamentos. Paulo nos ensina a combater falsos evangelhos para que a verdade do Evangelho seja mantida. Mas, precisamos saber uma coisa: a mensagem de Paulo era diferente da mensagem dos outros apóstolos?
II - O Evangelho de Paulo (6-8)
II - O Evangelho de Paulo (6-8)
O Evangelho de Paulo é idêntico ao Evangelho dos demais Apóstolos (6)
Dois pontos são dignos de notas no versículo seis:
Primeiro ponto: Paulo não está diminuindo a autoridade dos apóstolos
Exposição
“Quanto aos que pareciam influentes - o que eram então não faz diferença para mim; Deus não julga pela aparência”
Pode parecer que Paulo está desdenhando dos apóstolos e, portanto, sendo orgulhoso, mas não é isso que está acontecendo.
Em todo este texto, Paulo usa expressões indiretas para se referir a Tiago, Pedro e João, tais como: “[os mais] influentes” (v.2,6), “colunas” (v.9) . Contudo, ele não está menosprezando-os, visto que em Gl 1.17 ele os descreve como “aqueles que já eram apóstolos antes de mim” e no versículo 9 diz que eles “estenderam a mão direita […] em sinal de comunhão”. Então, por que ele os descreve desta maneira indireta? Talvez por conta da supervalorização destes apóstolos pelos judaizantes em detrimento de Paulo.
Pode ser que os judaizantes diziam que Tiago era irmão de Jesus, Pedro e João fizeram parte de seu círculo. Além disso, poderiam dizer que esses apóstolos andaram diretamente com Jesus enquanto Paulo, não. Talvez, por isso, Paulo disse: “o que eram então não faz diferença para mim”. Diante desta afirmação Paulo usa o AT para dizer que “Deus não julga pela aparência” (Dt 10.17)
A palavra aparência, no grego prosopon era usada em sentido figurado para uma frente militar ou uma fachada de um edifício. Ainda esta palavra era usada para se referir a máscaras de atores.
O que Paulo está dizendo é que a imagem que os judaizantes estavam fazendo dos apóstolos não lhe importa porque “Deus não julga pela aparência”.
Segundo ponto: a unidade de Paulo e dos Apóstolos
Exposição
“tais homens influentes não me acrescentaram nada”
Isto significa que os apóstolos não mudaram e nem acrescentaram nada ao Evangelho que Paulo pregava. Com esta afirmação Paulo estava destruindo o argumento dos judaizantes dizendo que eram enviados dos apóstolos para acrescentar a circuncisão ao Evangelho da Graça.
A eficácia da mensagem aos gentios é a mesma aos judeus (7-8)
Uma breve observação textual
Exposição
“Ao contrário, reconheceram que a mim havia sido confiada a pregação do evangelho aos incircuncisos, assim como a Pedro, aos circuncisos”
A versão Corrigida traduz essa parte da seguinte forma: “antes, pelo contrário, quando viram que o evangelho da incircuncisão me estava confiado, como a Pedro o da circuncisão”.
A melhor tradução aqui é aquela que não transmite a ideia de dois evangelhos diferentes. Desta maneira a NVI diz que a Paulo “havia sido confiada a PREGAÇÃO do evangelho aos incircuncisos, assim como a Pedro, aos circuncisos”.
Podemos perceber que há uma equivalência entre Paulo e Pedro nestes dois versículos. A equivalência se dá em dois pontos:
Primeiro: Há equivalência ministerial entre Pedro e Paulo
Exposição
“a mim havia sido confiada a pregação do evangelho aos incircuncisos, assim como a Pedro, aos circuncisos”
A acusação dos judaizantes de que o ministério de Paulo era inferior aos dos apóstolos cai por terra aqui. Assim como a pregação do evangelho para os judeus fora confiada a Pedro, a pregação do evangelho para os gentios fora confiada a Paulo.
A palavra “confiada” é digna de nota, pois significa ser colocado sob os cuidados. Quando Jesus chamou a Paulo para pregar o Evangelho aos gentios, colocou sua mensagem sob os cuidados dele. Portanto, as palavras de Paulo são as palavras de Jesus. Por isso era tão necessário que Paulo defendesse tão fortemente as suas credenciais.
Segundo: Há equivalência entre Pedro e Paulo na eficácia do Evangelho.
Exposição
“Pois Deus, que operou por meio de Pedro como apóstolo aos circuncisos, também operou por meu intermédio para com os gentios”
Deus operava eficazmente através da pregação de Pedro aos judeus, assim como operava eficazmente através de Paulo aos gentios.
A palavra “operou”, energeo no grego, tem o sentido de levar a efeito, ser eficaz.
Perceba que o que era eficaz é a pregação do verdadeiro Evangelho. A eficácia não estava em Pedro ou Paulo.
Aprendizado
A mensagem do Evangelho é única e imutável. Deus opera eficazmente através desta mensagem.
Ilustração
Encabeçando a lista dos melhores alimentos do mundo está o leite materno. Ele é único. O leite materno é grande fonte de energia, minerais e vitaminas. Nenhum alimento é capaz de proporcionar tantos bens ao ser humano quanto o leite materno. Há mães, no entanto, que não produzem leite. Aproveitando-se disso, empresas, através de alta tecnologia, tentam produzir leites para bebês, mas, jamais poderão dar ao bebê tantos nutrientes quanto o leite materno. Assim é o Evangelho, único. Não se deve alimentar o homem com alimentos inferiores. O Evangelho tem a energia, os minerais e as vitaminas que nossas almas precisam. Deus opera eficazmente através da sua mensagem.
Aplicação
O que fazer
Você deve se alimentar e dar a outros do puro Evangelho da Graça.
Não adicione nada a este Evangelho, preserve-o puro.
Como fazer
Há duas formas de se alimentar do puro Evangelho:
Indo direto a fonte das Escrituras.
Ouvindo a pregação de verdadeiros servos do Evangelho de Cristo.
Há duas formas de alimentar outros do puro Evangelho:
Pregando-o, como ele é.
Vivendo-o. Pregamos mais com nossa vida que com nossas palavras.
Para não adicionar nada ao puro Evangelho, controle o seu desejo de agradar outros. Quando queremos o aplauso, corremos sérios riscos de acrescentar algo ao Evangelho. O Evangelho, geralmente, não agrada o homem caído.
Por que fazer
Quando você mantém o Evangelho puro e imutável, Deus opera por meio de ti trazendo pessoas para o seu Reino.
Recapitulação
Não existe pluralidade de evangelhos. Só há um autêntico. Qualquer adição legalista ao Evangelho da Graça tira a liberdade dos crentes em Cristo e os reduzem à escravidão. Por essa razão deve-se combater esses falsos ensinamentos. Paulo nos ensina a combater falsos evangelhos para que a verdade do Evangelho seja mantida. Paulo nos ensina também que a verdade do Evangelho é única e imutável. Porém, vejamos, Paulo colheu frutos desta visita aos apóstolos em Jerusalém?
III - O resultado da viagem de Paulo (9-10)
III - O resultado da viagem de Paulo (9-10)
O ministério de Paulo entre os gentios é reconhecido pelos outros Apóstolos (9)
Exposição
“Reconhecendo a graça que me fora concedida, Tiago, Pedro e João, tidos como colunas, estenderam a mão direita a mim e a Barnabé em sinal de comunhão. Eles concordaram em que devíamos nos dirigir aos gentios, e eles, aos circuncisos”
Ao expor o Evangelho que prega, Paulo teve reconhecido pelos apóstolos de Jerusalém o seu ministério entre os gentios.
O que significa dizer que Tiago, Pedro e João “estenderam a mão direita a mim e a Barnabé em sinal de comunhão?” Segundo Craig Keener, “receber a mão direita do indivíduo era, em geral, forma de saudação, boas vindas, ou confirmação; às vezes, como aqui, indica concordância ou um acordo”. Portanto, era como se Paulo, Barnabé, Tiago, Pedro e João, fossem sócios. Aliás o termo “comunhão” aqui indica “estreita associação envolvendo interesses e compartilhamentos mútuos”.
Desta maneira, Paulo estava declarando aos seus leitores que, o seu ministério não era apenas independente dos apóstolos, como ele faz no capítulo primeiro, mas também era interdependente deles. Tanto Paulo, quanto os demais apóstolos eram cooperadores no mesmo serviço. Paulo, porém aos gentios e os apóstolos aos judeus.
O pedido dos outros Apóstolos a Paulo (10)
Exposição
“recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também procurei fazer com diligência”
A recomendação dos apóstolos a Paulo era que ele se lembrasse dos cristãos pobres da judeia, e Paulo fez ansiosamente.
Esta recomendação deu a ocasião para Paulo fazer coleta às igrejas da judeia para os irmãos que estavam em necessidade, o que podemos ver em (Rm 15.25ss; 1Co 16.1ss; 2Co 8.1ss; 9.1ss).
Aprendizado um
Aprendemos que acima dos nossos objetivos pessoais está o Reino de Deus e seu Evangelho.
Não pode haver desavença entre os irmãos por quererem ser mais importantes. Todo salvo é um cooperador do Evangelho.
Ilustração
Normalmente o ser humano tem duas pernas e ambas servem para o objetivo comum de fazê-lo andar. Uma perna não pode pensar ser mais importante do que a outra, pois somente com uma, a outra não pode fazer a sua função. Assim eram os apóstolos, todos tinham um único objetivo: pregar o puro Evangelho e assim devem ser os crentes hoje, todos, independentemente de cargos, temos a mesma função - pregar o puro Evangelho da Graça a todos.
Aplicação
O que fazer
Entenda que a causa do Evangelho é maior que seus objetivos pessoais.
Como fazer
Não crie atrito com pequenas coisas, pois elas podem manchar o Evangelho da Graça.
Por que fazer
Quando entendemos que o Evangelho é maior que nossos objetivos, viveremos a vontade de Deus e não a nossa. Isso nos levará a aprovação como servo do Senhor.
Aprendizado dois
Ainda que boas obras não salvem elas devem ser fruto da nossa salvação
Ilustração
Não é a maçã que dá vida à macieira, mas a maçã prova a sua vitalidade. Assim o crente, ele não dá fruto para ser salvo, mas como fruto da sua salvação.
Aplicação
O que fazer
Não divorcie salvação de boas obras.
Como fazer
Faça o bem a seu semelhante não pensando em recompensas, mas em gratidão a Deus pela vida eterna.
Por que fazer
As pessoas ao verem nossas boas atitudes reconhecerão a Deus em nossas vidas. Ele será exaltado!
Conclusão
Conclusão
Conforme vimos, a ideia de que todos os caminhos levam a Deus é falsa. Só há um caminho, ele é através do Evangelho da Graça. Perceber um falso evangelho sendo pregado e não fazer nada é o mesmo que consentir com ele. Além do mais, isso desonra a Deus. Paulo combateu, e você vai ficar parado?
