A Reforma Protestante
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A Era Medieval
A Era Medieval
Para entendermos a Reforma Protestante precisamos entender o período que a precedeu e como era a vida na Europa neste tempo.
A sociedade européia pré reforma vivenciou muitas crises e muita preocupações, essas crises e preocupações foram pavimentando o caminho até a chegada de Lutero. A Sociedade estava em crise, a classe política estava em crise, a igreja da época estava em crise, e o povo no geral não estava nada satisfeito com isso.
“O pecado, a morte e o diabo eram motivo de grande preocupação no estágio da vida e da mentalidade do fim da época medieval. Inúmeros estudos e livros falam desse período como uma era de crise”.
Podemos dizer que essas áreas citadas (Igreja, Sociedade e Política) funcionavam como símbolos de segurança para a população em geral. O que estava em crise então eram as bases da sociedade, eram os símbolos de segurança.
“A crise dos símbolos de segurança não surgiu de uma causa imediata ou de um único contexto, porém, cresceu a partir de um acúmulo de acontecimentos e desdobramentos, alguns positivos e outros, negativos. Essa conjuntura de desenvolvimentos erodiu a confiança e a segurança na visão medieval de uma comunidade cristã, o corpus Christianum, e seu fiador, a Igreja.
Em um mundo no qual a compartimentalização da religião e da vida era inconcebível, catástrofes naturais, como fomes e pestes, mudanças sociais rápidas relacionadas ao desenvolvimento econômico e urbano, e, ainda, incertezas religiosas causadas pelo cisma e pela corrupção da Igreja eram percebidos como integrantes de um universo cujo centro, a Igreja, não mais era estável”.
É importante observar que a Igreja era o centro de tudo isso, a igreja era a base onde todo o resto orbitava. Se vc tivesse uma crise natural, como por exemplo, fome, peste, etc., se a igreja estivesse firme ela sustentava as coisas e a vida continuava. Se vc tivesse uma crise econômica, mas a igreja estivesse bem, ela de igual forma sustentava. Acontece que nesse período que antecede a reforma temos crises em todas essas áreas, inclusive na igreja.
A fome
A fome
Não podemos criar uma cronologia para os acontecimentos, eles estavam ocorrendo de forma simultânea. Em meados do séc XIV houve um crescimento extraordinário da urbanização, ou seja, milhares de famílias que viviam no campo agora migram para as cidades procurando uma vida melhor. Enquanto no campo tinha-se uma economia natural, agora na cidade, tem-se uma economia monetária.
Acontece que boa parte daqueles que povoavam as cidades procurando por uma nova vida não a encontrava; excluídos das guildas, a maioria dos recém-chegados, quando não reduzidos a mendigos, tornavam-se dependentes de trabalhos que proviam pouco mais do que uma existência precária.
Por volta do ano de 1320, quase todo o norte da Europa estava sofrendo de fome, precipitada e disseminada por uma série de safras perdidas e decorrência de um clima excepcionalmente ruim.
No sul da França, chuvas inundaram a região de Provença em 1307-1308 e em 1315 Clérigos e leigos fizeram, descalços, procissões para rogar pela misericórdia de Deus pelos pecados da humanidade. Rios pareciam transbordar com terrível regularidade, varrendo pontes, colheitas e pessoas; invernos severos congelavam rios, vinhas e animais. Em 1355, nevou durante cerca de 20 dias em Avignon; em 1439, lobos rondavam Carpentras. No verão, o calor queimava grãos de cereal e secava poços. No sudeste da Alemanha, terremotos e grandes enxames de gafanhotos acompanharam a fome dos anos 1315-17.
O imperador Carlos IV escreveu sobre ter acordado certa manhã por um cavaleiro com as palavras: “Senhor, levante-se! Chegou o juízo final; o mundo inteiro está cheio de gafanhotos!”. Carlos pôs-se a caminho para medir a extensão dos enxames, mas, após ter cavalgado durante todo o dia (cerca de 25 quilômetros), ainda não tinha chegado ao fim do enxame, que devorava toda a vegetação em seu caminho”.
A Peste
A Peste
Fraca e mal nutrida, a população foi atingida por surtos de febre tifoide e, em seguida, pela terrível Peste Negra em suas manifestações de peste bubônica, pneumônica e septicêmica. A propagação da peste pela Europa foi facilitada pelas melhorias nas frotas mercantes italianas, que permitiam aos navios transportar, com rapidez, uma carga mortal e clandestina de ratos, portadores de pulgas transmissoras da peste.
Originada no leste da Ásia, a peste chegou à Sicília em outubro de 1347 pelos navios de Gênova, viajou rapidamente pela Itália, infestou o sul da Alemanha na primavera de 1348 e, por volta de junho do mesmo ano, a Inglaterra.
Cidades imundas e densamente povoadas eram habitação ideal para ratos portadores das pulgas; telhados de palha e ruas sujas ofereciam plataformas de lançamento ideais na trajetória entre pulgas e pessoas. Uma vez infectados, indivíduos transmitiam a forma pneumônica da doença por intermédio de tosses e espirros, inalados por outros.
Não é possível estimar com precisão a taxa de mortalidade decorrente da peste, mas supõe-se que aproximadamente 30% da população tenha sucumbido a ela.
A natureza assustadora dessa aumentava ainda mais seu horror: furúnculos grandes e extremamente dolorosos (o termo “bubônico” vem de buba, palavra latina para “virilha”, onde gânglios linfáticos eram frequentemente os primeiros a inchar, já que muitas das mordidas das pulgas aconteciam nas pernas), acompanhados por manchas negras por causa do sangramento embaixo da pele, anunciando o prelúdio para o estágio final de tosses violentas de sangue . Uma descrição contemporânea é menos clínica: “Toda substância que transpirasse do corpo de pessoas contagiadas pela peste deixava um odor insuportável: suor, excremento, saliva e respiração tão fétidos que chegavam a ser insuportáveis; a urina era túrbida e espessa, escura ou vermelha. Conforme Boccaccio na introdução de seu Decameron (1535), familiares e amigos abandonavam o adoentado, deixando-o morrer sozinho e em agonia.
É difícil para nós, hoje, perceber o profundo impacto pessoal e social que a peste deixou naqueles que sobreviveram. Foi um desastre inexplicável e rápido; ninguém sabia de onde viera nem para onde ia. A peste podia atingir uma pessoa saudável em questão de dias ou, em sua versão septicêmica (em que as bactérias adentravam a corrente sanguínea), em questão de horas. Medo generalizado de uma morte tanto iminente quanto horrível rompeu costumes e normas; pais abandonaram filhos, e filhos abandonaram pais.
Além de seres humanos a peste também atacava bois, ovelhas, porcos e cabras. O que significava que haviam muitos animais morrendo. Sem esses animais o fornecimento de lá, carnes e leite caiu consideravelmente, trazendo mais fome e até mesmo pessoas morrendo de frio.
A peste era percebida, na concepção popular, como uma punição de Deus pelos pecados da humanidade. Movimentos de flagelação se engajavam em penitências sangrentas em prol de pecados pessoais e coletivos, tidos como causadores da peste.
O povo também intercedia aos santos principalmente Roque e Sebastião, em busca de proteção contra a peste: São Roque porque ele próprio havia ajudado vítimas da peste e sucumbido, e São Sebastião por causa da iconografia associada ao seu martírio com flechas. Uma vez que a crença era de que Deus havia atirado flechas pestilentas contra uma humanidade pecadora, a morte de Sebastião por flechas o tornava auxiliador dos aflitos.
Buscava-se também a ajuda de Maria. Um painel do altar superior da igreja franciscana de Göttingen exibe uma imagem clássica do manto protetor de Maria protegendo a humanidade com sua capa se tornou muito difundida.
A Situação Religiosa
A Situação Religiosa
“No primeiro século da igreja, o modelo de liderança das igrejas locais era composto de presbíteros e diáconos, que atuavam sob a supervisão apostólica. No início do segundo século, começou a haver a centralização da autoridade em um único bispo. O primeiro a defender essa posição foi Inácio de Antioquia, no século II. Irineu de Lião foi o primeiro a destacar a sucessão apostólica, principalmente da igreja de Roma, como exemplo de ortodoxia contra o gnosticismo. Cipriano de Cartago argumentou que, fora da igreja verdadeira, não haveria salvação, e as igrejas deveriam cooperar umas com as outras em submissão mútua, todas submissas à igreja de em Roma.
Um século depois, o I Concílio de Nicéia reconheceu três bispados proeminentes, centrados nas igrejas de Alexandria, Roma e Antioquia. No quinto século, o Concílio de Calcedônia deu ao bispo de Constantinopla honra e privilégios iguais aos do bispo de Roma. Todavia, o colapso do império ocidental, por causa das invasões bárbaras, fez da igreja a instituição mais forte de integração da sociedade. E a perda dos territórios dos patriarcas de Antioquia, Alexandria e Jerusalém para os árabes, assim como a pressão contínua exercida contra Constantinopla, aumentaram a autoridade do bispo de Roma.
A maior parte dos papas do período que vai de 754 a 1059 exerceu um pontificado fraco, muitas vezes controlados pelos senhores feudais francos, italianos e alemães, que constantemente fundavam bispados e abadias, nomeando ou depondo os clérigos do local e controlando suas ações.
Algumas curiosidades de alguns papas.
Leão IX (1002-1054). A pedido de Henrique III, imperador do Sacro Império Romano-Germânico, assumiu o papado, promovendo o celibato do clero, opondo-se à simonia, que era a compra de cargos ou benefícios eclesiásticos, e trabalhando para que os bispos não fossem príncipes, mas simples teólogos.
Inocêncio III (c. 1160-1216). O poder papal alcançou seu ápice nesse período. Ele foi papa durante o IV Concílio de Latrão (1215), que promulgou a doutrina da transubstanciação, decretou a Inquisição e mandou que todas as catedrais tivessem escolas abertas aos pobres.
Os três papas.
Os três papas.
Em 1302, o papa Bonifácio VIII (c. 1235-1303) promulgou uma bula em que afirmava que todo o poder espiritual e temporal pertence aos pontífices romanos, decidindo, assim, que qualquer pessoa que quisesse obter a salvação tinha de submeter-se ao papa e sem submissão a ele ninguém poderia fazer parte da igreja.
Em 1305, Clemente VII, arcebispo de Bordeaux, foi eleito papa. Entretanto, por vários motivos, ele não e estava interessado em mudar-se para Roma, como se esperava dos papas. Em vez disso, ele fez de Avignon, no sul da França, o novo quartel-general papal. O rei da França ficou muito satisfeito: seria muito mais fácil de lidar com um papa francês em terreno francês. Assim, ninguém ficou muito surpreso quando o papa eleito a seguir também era francês e escolheu permanecer em Avignon. E as coisas continuaram desse jeito com os próximos papas. Fora da França, as pessoas estavam menos empolgadas. Elas chamavam esse episódio de “Cativeiro babilônico da igreja”. O papa deveria ser o bispo de Roma, a igreja principal; mas, esses homens em Avignon eram de fato bispos de Roma? Desse modo, a cristandade começou a perder a confiança no papado.
Depois de setenta anos, o povo de Roma estava cansado; afinal, a corte papal era a maior fonte de dignidade (e lucro) da cidade. Assim, em 1378, quando o Colégio de Cardeais se reuniu em Roma para eleger o papa seguinte, uma multidão os cercou, exigindo a eleição de um papa apropriado, italiano e, de preferência, romano. É incompreensível que os cardeais aterrorizados tenham cedido às exigências da multidão. Contudo, eles logo começariam a se arrepender da decisão quando perceberam quão dominador e agressivo era o novo papa. Muitos começaram a cogitar a invalidade da eleição ocorrida sob ameaças. Portanto, um novo papa foi eleito, um francês. Infelizmente, o primeiro indicado, ainda em perfeita saúde, recusou-se a renunciar; assim, agora havia dois papas, e, como era esperado, eles excomungaram um ao outro.(Quem estava correto nesse caso, já que o Papa é o vigário de Cristo, já que sua palavra é ex cátedra?) Na prática, com dois santos padres, isso implicava na existência de duas igrejas mães.
Toda Europa dividia sua lealdade. A França, claro, apoiava o papa francês; então, como reflexo, a Inglaterra apoiou o outro, e assim por diante. A situação ficou insustentável, e um concílio foi convocado para resolver o problema. A solução constituiu na destruição dos papas existentes e na eleição de um novo. Entretanto, nenhum dos papas destituídos cederia facilmente. Assim, havia agora três deles. Esse episódio, que ficou conhecido como o “Grande Cisma” só chegou ao fim com um concílio mais robusto, o Concílio de Constança, reunido entre 1414 e 1418. Esse concílio conseguiu fazer dois dos papas concordarem em renunciar, e o terceiro papa em Avignon, que se recusou, foi declarado deposto. No lugar dele, um novo papa foi eleito e, com exceção de uns poucos apoiadores remanescentes do papa de Avignin, todos aceitaram o novo. O cisma terminou, mas ele criou uma crise de autoridade:
Onde estava a autoridade suprema da igreja? Em Avignon ou em Roma?
E, como o concílio estabeleceu qual papa era o papa, o concílio detinha autoridade superior à do Papa?
Também surgiu um ar de corrupção em torno do local que, junto com a extravagância, fazia de Roma a Las Vegas de sua época - em especial, sob os Bórgias. Em 1492, Rodrigo Bórgia deu o passo simples, porém efetivo, de comprar os votos necessários para ser eleito papa, Alexandre VI. Foi o começo apropriado do papado capaz de fazer um cardeal ruborizar-se.
Ele gerou vários filhos com suas amantes, e havia o rumor de que tivera mais um com Lucrécia, sua filha festeira, famigerada pelo anel usado para envenenar. Além disso, Alexandre VI tornou-se conhecido pelo hábito de organizar orgias no Vaticano e envenenar seus cardeais. Isso não abriu um bom precedente para o ofício de “santo padre”: seu sucessor, o amante da guerra Júlio II, também era “papa” em mais de um sentido, e seu sucessor, Leão X, era agnóstico (ordenado aos sete anos, ninguém pensou em perguntar sobre sua crença). Evidentemente, o papado teve pontos baixos antes, mas, em meio à crise de autoridade eclesiástica, era uma péssima hora para perder a respeitabilidade.
A Doutrina do Purgatório e as Indulgências.
A Doutrina do Purgatório e as Indulgências.
Segundo o Catecismo da Igreja Católica: “Os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, embora tenham garantida sua salvação eterna, passam, após sua morte, por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do céu.
A igreja denomina purgatório esta purificação final dos eleitos, que é completamente diferente do castigo dos condenados. A Igreja formulou a doutrina da fé relativa ao purgatório, sobretudo nos Concílios de Florença (1438-1445) e de Trento (1545-1563). Fazendo referência a certos textos da Escritura, a tradição da igreja fala de um fogo purificador.
No que concerne a certas falhas leves, deve-se crer que existe, antes do juízo, um fogo purificador, de fato, aquele que é a Verdade afirma: ‘a blasfêmia contra o Espírito Santo não será perdoada, nem neste mundo, nem no mundo que há de vir’ (Mt 12.32). Desta afirmação podemos deduzir que certas faltas podem ser perdoadas no século presente, ao passo que outras no século futuro.
Este ensinamento apoia-se também na prática da oração pelos defuntos, da qual já a Sagrada Escritura fala - “Eis porque mandou fazer o sacrifício expiatório pelos falecidos, a fim de que fossem absolvidos de seu pecado” (2Mc 12.46). Desde os primeiros tempos, a Igreja honrou a memória dos defuntos e ofereceu sufrágios em seu favor, em especial o sacrifício eucarístico, a fim de que, purificados, eles possam chegar à visão beatífica de Deus. A igreja recomenda também as esmolas, as indulgências e as obras de penitência em favor dos defuntos.
A igreja católica ensina que o destino dos que estão no purgatório pode ser afetado pelas ações e intercessões dos vivos. Seu ensino se baseia na prática da oração pelos mortos mencionado em II Macabeus 12.42-46, considerada pelos católicos e ortodoxos parte da Sagrada Escritura.
Orações pelos mortos e indulgências na crença católica diminuem a duração do tempo que os mortos passam no purgatório. O Papa Paulo VI escreveu: “A indulgência é uma remissão da pena através da intervenção da Igreja”.
7 Ao irmão, verdadeiramente, ninguém o pode remir, nem pagar por ele a Deus o seu resgate
8 (Pois a redenção da alma deles é caríssima, e cessará a tentativa para sempre.),
7 Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.
8 Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós.
27 E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo,
43 Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso.
A parábola do Rico e do Lázaro mostram que não houve um tempo intermediário, assim que morreram, ambos foram aos seu destino.
Sem contar na total ausência na Escritura da existência do purgatório.
Macabeus não é um texto inspirado, e só foi acrescentado na contrarreforma em 1545.
O compêndio do Catecismo da Igreja Católica, publicado pela primeira vez em 2005, é um resumo em forma de diálogo do Catecismo da Igreja Católica. Sobre o purgatório ele diz o seguinte:
210. O que é o purgatório?
O Purgatório é o estado dos que morrem na amizade de Deus, com a certeza de sua salvação eterna, mas que ainda têm necessidade de purificação para entrar da felicidade do céu.
211. Como podemos ajudar a purificação das almas do purgatório?
Por causa da comunhão dos santos, os fiéis que ainda estão na terra são capazes de ajudar as almas no purgatório, oferecendo orações em sufrágio por eles, em especial o sacrifício eucarístico. Eles também os ajudam dando esmolas, indulgências e obras de penitência.
As indulgências
As indulgências
Catecismo da Igreja Católica: Parágrafo 1471.
Esse foi um panorama do período que antecedeu a reforma. As pessoas estavam assustadas pela fome, assoladas pela peste, e desamparadas pela igreja. O sistema papal estava totalmente corrompido. O clero no geral acompanhava as condições papais. Além de toda dor e sofrimento era imposto às pessoas uma religiosidade penosa, onerosa, cara e impossível.
Neste contexto surge John Tetzel, o vendedor de indulgências. O papa Leão X, na ânsia de reformar a igreja de São Pedro no vaticano ordenou que os vendedores de indulgência percorressem as ruas recolhendo essa contribuição. Agora, o povo era ainda mais assolado. Mas é neste contexto que surge Martinho Lutero. Que veremos sobre sua vida na semana que vem.
Deus sempre levanta os seus, ele sempre teus seus servos que são levantados para agir quando tudo parece perdido. Quem sabe vc é alguém que Deus está querendo levantar para algo.
