Judas 3-16

Série expositiva na epístola de Judas  •  Sermon  •  Submitted
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Judas exorta a igreja a lutar contra os falsos mestres, demonstrando o exemplo do que ocorre contra os que se rebelam contra o SENHOR, e a impiedade e corrupção dos falsos mestres que tentam desviar os crentes da Verdade.

Notes
Transcript
“ [...]exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé”. (Jd 3).
Pr. Paulo Rodrigues
Introdução
Vimos no último domingo, como o escritor desta epístola, usado pelo Espírito Santo, apresenta as marcas de um verdadeiro pastor, e de como isso é usado por ele para introduzir sua exortação à igreja, levando os crentes, em primeiro lugar a reconhecer um verdadeiro servo de Jesus, através de sua humildade, e do desejo de ver a igreja de Deus gozando de saúde espiritual, o que ele figurou, votando misericórdia, paz e amor da parte do Deus Triuno.
Hoje, veremos que após sua saudação, Judas inicia sua abordagem franca contra os falsos mestres, concentrando em expor toda devassidão e corrupção de seus corações, de maneira a mostrar a igreja a impiedade de tais homens, convocando os crentes a batalhar pela fé, mantendo-se fiéis ao ensino apostólico.
Elucidação
Judas, de maneira muito didática, estrutura sua exortação, seguindo um passo-a-passo, em que aos poucos guia seus leitores ao centro de sua exortação à igreja.
Em primeiro lugar ele conclama os crentes a batalharem, “diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Jd 3).
1. Convocação à batalha pela fé e razão (vs 3-4).
O escritor arregimenta seus leitores para um confronto direto no verso 3. A expressão usada por Judas para ‘batalha’ é extraída dos confrontos nas arenas greco-romanas, onde os atletas eram submetidos a desafios e provas, e deveriam lutar para obter o prêmio. Tal uso reforça a ênfase de que o combate da fé a que o escritor se refere, apesar de ser um uso figurado, é tão ou mais emergencial do que os próprios combates e lutas a que os seus leitores estavam afeitos . A ‘fé’ a que Judas se refere, não é aquela capacidade desenvolvida no coração do crente pelo Espírito Santo, para que possa crer em Cristo como seu redentor, mas sim, o conjunto de doutrinas e crenças que formam a base revelacional sobre a qual a igreja fora edificada. Assim, temos a compreensão de que Judas está chamando cada crente em particular a que possa tomar parte na guerra santa travada entre aqueles que professam a fé em Cristo, tendo sido santificados por seu Espírito, contra os homens maus e perversos que, desejando desviar os crentes do caminho da verdade, se intrometem sorrateiramente na igreja, propondo um ensinamento que licencia os crentes a viverem de maneira libertina e rebelde para com Deus, como ele expõe no verso 4.
A razão para essa guerra é então revelada: indivíduos de coração ímpio, se “introduziram com dissimulação, e transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo” (Jd 4). A expressão “com dissimulação” descreve alguém que veste-se com uma roupa, ou disfarça-se. A mesma expressão é encontrada no evangelho de Mateus 7.15, quando Cristo adverte seus discípulos: “Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores”. Como lobos vorazes e ardiloso os falsos mestres estavam travestidos de ovelhas, de bons irmãos, que desejavam viver em comunhão, mas as intenções estavam cheias de perversão e rebeldia contra Deus e seu povo.
A advertência do autor é clara: “há homens perversos no meio de vocês, tentando fazer com que lhes deem ouvidos. Lutem contra eles e resistam a tais homens, mantendo-se firmes nos mandamentos dados a vós por Cristo através dos apóstolos e profetas!”.
É imperativo, meus irmãos, que notemos o quão emergencial é esse assunto. Pois, tenham se passado dois mil anos, desde que essa carta foi escrita, as palavra de Deus aqui registradas permanecem com igual relevância, numa que infelizmente, não faltam falsos mestres em nosso tempo, que sorrateiramente buscam capturar nossa atenção através de palavras agradáveis, mas cujo o coração é tão podre quanto um sepulcro, desejando apenas rebelar-se contra o SENHOR nosso Deus. mantenhamos distância de tais homens, rejeitando diametralmente os ensinos contrários a Escritura Sagrada, pois meus irmãos, o fim destes é a destruição. O que nos leva ao segundo ponto do argumento de Judas: a exemplificação de que os rebeldes serão destruídos.
2. Demonstração de exemplos que reforçam as razões para a batalha (vs. 5-7).
Como um reforço da exortação anterior, Judas agora elenca três exemplos em que a rebelião contra Deus resultou em destruição: o povo de Israel, os anjos caídos e as cidades de Sodoma, Gomorra e arredores. os exemplos listados apontam para pecados que, embora sejam exteriormente diferentes em termos das ações envolvidas, apontam para uma mesma disposição do coração: a rebelião.
A incredulidade de Israel é interpretada por Judas como sendo não somente uma desconfiança ou descontentamento, como a priore, poderíamos interpretar à luz do episódio referido de Números 14.29-30, em que o povo de Israel rebelou-se contra Moisés e Arão, mas tal atitude é vista como sendo a vontade do povo em voltar-se contra Deus. Da mesma forma os anjos que se levantaram contra o Criador, são usados pelo autor como demonstrando a ação negativa de insubmissão, caraterística comum entre estes e os falsos pastores a quem Judas combate. E por fim, a depravação e corrupção dos habitantes das cidades de Sodoma, Gomorra e arredores, é também encarada como revolta e sedição contra as Leis de Deus.
Cada exemplo, dentro de suas peculiaridades, aponta para o pecado de rebelião que é cometido pelos falsos mestres, e também é demonstrado que, todos aqueles que voltam-se contra o SENHOR são alvos de sua ira destruidora. A igreja é advertida por Judas de que associação aos homens ímpios que pregam heresias no seio da igreja, acarretará inevitavelmente com o sumário juízo divino.
No verso 9, a insubordinação e caráter dos falsos mestres, é exemplificado com um último exemplo, porém, de modo contrastante. Um episódio narrado por escritos apócrifos de tradição judaica, conta que no momento da morte de Moisés, houve uma disputa entre Miguel e Satanás pelo corpo de Moisés. Mesmo tento sido enviado por Deus para executar a vontade do SENHOR, e na presença do inimigo, Miguel não ousa pronunciar um juízo condenatório contra o diabo, mas de maneira humilde, enfatiza que está sujeito a vontade do Criador. Os falsos mestres por outro lado, desrespeitando qualquer hierarquia, são tão obstinados em sua rebeldia, que de maneira insubmissa e vil, não acatam ou enxergam qualquer autoridade que esteja sobre eles.
Um comportamento tão odioso como este é impróprio para aqueles que foram chamados a fazer parte do Reino dos céus, submetendo-se a Cristo como o Rei enviado da parte do Pai para governa a criação e a igreja de Deus. Além disso, esses exemplo servem como parâmetro para que os crentes notem como é natural dos ímpios não reconhecerem autoridades, e que por outro lado, é devido o respeito e a obediência para com os verdadeiros pastores, devidamente vocacionados pelo Espírito para o cuidado com a igreja. Somente aqueles que não foram regenerados, vivem em rebelião contra tudo e todos, pois a inclinação natural de seus corações é a insubmissão.
E assim, após o chamado para a batalha pela fé, e os exemplos de rebelião que apontam as razões para tal convocação, Judas passa a expor os falsos mestres e seu caráter obscuro.
3. Ataque ao caráter ímpio dos falsos mestres (vs. 8-14).
Nada mais natural que Judas agora passe a escancarar para a igreja, o coração dos falsos mestres. Para referir-se aos falsos mestres, Judas usa de linguagens metafóricas com elementos conhecidos dos leitores, a fim de criar uma imagem clara do caráter ímpio e reprovado dos falsos mestres, como é o caso dos versos 12-13: "rochas submersas"; "nuvens sem água"; 'árvores sem frutos"; "ondas bravias"; "estrelas errantes".
Os elementos metafóricos usados por Judas, embora pareçam disperos em seus usos, possuem uma proximidade experiencial que aponta para um mesmo significado ou sentido: os falsos mestres aparentam, com seu ensino lisonjeiro, fornecer algum tipo de benefício ou esclarecimento, mas na verdade são infrutíferos e vazios de compreensão quanto ao que é de fato o Evangelho da graça de Deus em Cristo Jesus, transformando este em liberginagem e licensiosidade. Ou seja, aparentam alguma forma exterior de sabedoria, mas em seu cerne são ocos e desprovidos da verdade que conduz a santificação e salvação.
Como evidência do caráter dos falsos mestres e falsos pastores, Judas cita três personagens do Antigo Testamento que servem de referencial para que ele revele o coração desses homens ímpios que se imiscuíram no meio da igreja: Caim, Balaão e Corá.
Quanto a Caim, é sabido A luz de Gênesis 4, que seu pecado foi revoltar-se contra o SENHOR, ao passo que também expõe a natureza reprovada de seu coração, levantando-se contra Abel, assassinando-o. Logo, o uso de Judas quanto a este personagem aponta para esse prinípio duplo da proscrição de Caim: rebeldia e depravação.
Em relação a Balaão, conforme registrado em (Nm 22-24), o caráter de rebelião e revolta também está presente, porém, há uma motivação que afina a conexão entre estes personagens e o homens ímpios a quem Judas se refere: a ganância e corrupção em visar o lucro praticando obras más. Balaão havia sido contratado pelo rei de Moabe, Balaque, para amaldiçoar Israel (o que claramente é uma revolta contra o próprio Deus). E embora de alguma forma, Balaão resguarda-se o sentimento de que só poderia dizer de Israel aquilo que fosse permitido por Deus, aceita o pagamento para amaldiçoar o povo. O interesse dos falsos mestres, assim como Balaão, é, além de revoltar-se contra o SENHOR ferindo seu povo, é obter lucro através disso.
Por fim, em se tratando de Corá, além da própria revolta contra Deus e Moisés seu servo, há uma tentativa de o próprio Corá buscar ser o sacerdote que mediará a relação entre Deus e o povo, usando como argumento o fato de que todo o povo havia sido declarado santo perante o SENHOR (Nm 16.3). Há uma proximidade então entre a revolta de Corá e o intento dos falsos mestres a quem Judas se refere, numa que aqueles desejam se colocar entre Cristo e sua igreja, através de seus ensinamentos falsos, propondo para o povo uma alternativa no modo de servir a Deus, alternativa essa que visa licenciar os crentes a praticarem imoralidades e pecados sob a justificativa de terem sido salvos pela graça de Deus. Daí a acusação feita pelo autor de que os falsos pastores estavam transformando "em libertinagem a graça de nosso Deus" (Jd 4).
O uso desses exemplos e personagens, nos serve de orientação quanto ao desejo que sempre estará presente no coração de quem propala mentiras e falsas doutrinas: sempre será um rebelde, tentando arrebanhar mais rebeldes para sua causa, referendando e recomendando aos incautos que vivam do modo como bem lhes parecer, usando como pretexto a graça franca de Deus. Porém, se é comum que os impulsos dos corações dos falsos mestres estejam ligados aos desses personagens, assim também o destino deles fora traçado a muito tempos: foram reprovados pelo SENHOR, e destinados a se perderem nas próprias armadilhas que arquitetam. Sempre serão alvos da condenação eterna, decretada desde a eternidade, como sugere o verso 14 e 15: “Quanto a estes foi que também profetizou Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que veio o Senhor entre suas santas miríades, para exercer juízo contra todos e para fazer convictos todos os ímpios, acerca de todas as obras ímpias que impiamente praticaram e acerca de todas as palavras insolentes que ímpios pecadores proferiram contra ele”. Os falsos mestres e seus ensinos nefastos, serão destruídos, pois a promessa bíblica é de que os pecadores não subsistirão na assembleia dos justos (Sl 1.5).
A índole dos falsos mestres é nefasta como seu coração, e isso é uma marca dos rebeldes, de maneira que a igreja de Deus é orientada, assim como exortou Judas neste texto, a observar a vida e testemunho daqueles que pregam e governam a igreja. Cristo não deixou sua igreja desprotegida em relação ao ataque de falsos profetas, mas determinou que a impiedade e pecaminosidade fosse o chamariz que alertaria as ovelhas de Cristo contra esses. Deseja saber se um homem é verdadeiramente chamado a liderança da igreja? observe sua vida, analise suas obras. Não é pelo falar eloquente, nem pelo grande conhecimento teológico que parece possuir, pois, o conhecimento doutrinário bíblico, sempre nos guiará à piedade, tornando a árvore frutífera. Esterilidade e cortesia sempre serão as marcos de um falsos mestre.
Transição
Este texto da palavra do SENHOR, conclama-nos a observar o risco que sempre rondará a igreja, até que de uma vez por todas Cristo esmague seus inimigos, qual seja, falsos mestres sempre ameaçarão se infiltrar na igreja, a fim de fazer adoecer o corpo de Cristo. Mas, advertidos por essa passagem bíblica, vemos a preocupação do Cabeça da igreja, em nos instruir a que estejamos sempre prontos a batalhar pela fé, mantendo-nos firmes na base forte que é a Escritura Sagrada.
Aplicações
A igreja deve empenhar-se não somente em viver a comunhão dos santos, mas em reflexo disso, deve lutar por permanecer vivendo de acordo com o evangelho genuíno entregue pelo próprio Cristo através dos apóstolos, rejeitando os falsos mestres e seus ensinos falsos e pérfidos, que culminam na incredulidade que nada mais é do que mais uma expressão da rebelião de homens ímpios contra Deus. Também está diretamente associado a isso o desejo de viver de maneira licenciosa e imoral, como era o caso dos falsos mestres que Judas está combatendo.
Porém, há ainda outras aplicações que encontramos nesse texto que devem ser observadas.
1. Devemos estar cientes de que a batalha pela fé inclui a luta pela permanência no ensino bíblico e na preservação deste.
Infelizmente em nosso tempo, não raro encontramos aqueles que advogam que para que uma igreja seja genuinamente cristã, esta deve amar, e este amor de que falam, é um amor quase sempre cego, que não atenta para outras necessidades da igreja. Defendem que a maior preocupação cristã é viver a comunhão em amor e fraternidade, que questões teológicas são de importância secundária, ou de importância nula, pois, como dizem muitos erroneamente "a letra mata, mas o espírito vivifica". Além de interpretarem equivocadamente este versículo, tornam-se vulneráveis aos ataques inflamados dos falsos profetas e mestres, que com palavras lisonjeiras, enganam os incautos.
Como vimos anteriormente, Judas liga a comunhão dos santos e nossa consideração quanto a igreja à nossa fidelidade para com o ensino bíblico. Não poderemos viver de acordo com o Evangelho, amando nossos irmãos, se damos ouvidos a falsos mestres que pregam a libertinagem e a rebelião contra o SENHOR, massageando nosso ego a fim de que vivamos de maneira agradável aos nosso próprios olhos.
Como igreja do SENHOR, precisamos ser incansáveis no amor, mas também no zelo doutrinário, rejeitando e resistindo frontalmente todo aquele que prega outro evangelho tentando nos enganar, afastando-nos da Fé que uma vez foi entregue aos santos.
2. Devemos estar cientes de que, desviando-nos da fé apostólica, estaremos tomando partido dos inimigos da fé, cujo o único fim é a destruição.
Judas elencou três exemplos, de personagens que por sua rebelião contra Deus, negando os mandamentos do Criador, foram destruídos: a incredulidade de Israel; a insubordinação dos anjos, e a imoralidade de Sodoma, Gomorra e das cidades circunvizinhas. É importante notar, que embora esses personagens tenham pecado contra o SENHOR de maneiras diferentes no que tange a ações externas, o princípio envolvido nesses pecados é o mesmo: não submeter-se a Lei de Deus.
A incredulidade na Bíblia não é somente a dúvida na divina providência ou na intervenção de Deus em algum tipo de situação, mas é também a rebelião às ordens de Deus. A falta de fé de que fala a Bíblia é não somente a incapacidade de conceber a existência de Deus, mas também o estado corrupção e depravação ao qual todo ser humano está submetido por causa do pecado, e dessa forma, nasce já em uma situação de oposição contra Deus. A fé que é gerninada em nosso coração pela obra do Espírito Santo, é o poder a nós concedido para crer no Filho de Deus, aquele que por seu sangue, nos justificou a fim de termos paz com Deus (Rm 5.1).
Os exemplos que Judas nos dá servem para expor qual é o fim daqueles que se voltam contra Deus, dando vazão aos desejos pecaminosos que brotam em seus corações rebeldes. Com isso, o Espírito de Deus nos mostra quão rica e imensa é a graça do nosso Redentor: ele nos salvou de nossos próprio pecados, e da condenação eterna, dando-nos a Palavra da Verdade para que pudessemos andar de acordo com a vontade do SENHOR e seus mandamentos.
3. Devemos reconhecer o caráter ímpio e depravado dos falsos mestres, e rejeitá-los.
Já enfatizamos anteriormente as marcss do verdadeiro ministro de Cristo, e qual é sua postura em relação a igreja de Deus. Porém, nesta passagem que lemos, Judas concentra atenção em determinar o caráter dos falsos mestres, não poupando esforços em determinar qual a natureza de seus corações, qual seja, puramente enganosos e ímpios, que desejam apenas lucro ou vantagens pessoais, e para isso, enganam os crentes com palavras agradáveis (Jd 16).
À luz dessas exortações, não podemos atenuar a veemência da instrução do Espírito, o qual nos convoca a rejeitar e expulsar de nosso meio todo aquele que, de maneira vil, introduz falsas doutrinas e ensinamentos, que contrariam a Palavra de Deus.
É estarrecedor como muitas vezes irmãos nossos, próximos muitas vezes, são enganados por esses falsos mestres, não somente pela ignorância quanto ao que fala as Escrituras, mas também pela relutância em chamar de hereges homens ímpios que mercadejam a fé. Ficaríamos boquiabertos se soubéssemos o número de crentes que dia após dia, colocam um copo com água em cima do televisor, esperando a bênção de um lobo em pele de cordeiro, que está anunciando curas, milagres e outras coisas.
Judas, inspirado pelo Espírito Santo, ataca fortemente os falsos mestres, denunciando não somente os erros doutrinários deles, mas principalmente, o caráter reprovável dos falsos profetas que muitas vezes se instalam na igreja (Jd 8-13). Mas a esperança nossa também se encontra naquilo que foi registrado por este escritor bíblico: o fim desses homens não somente está próximo, como também é inalterável (Jd 4, 14): serão sumaria e definitivamente destruídos, pois, os inimigos da cruz de Cristo jamais prevalecerão.
Assim, devemos afastar-nos dos falsos mestres, reprovando sua doutrina diabólica, atentando para a exposição fiel das Escrituras, amando a Palavra de Deus e uns aos outros, para que possamos glorificar o nome do SENHOR e Bispo de nossas alma: Jesus Cristo.
Conclusão
Na caminhada cristã, nos depararemos sempre com batalhas, batalhas essas não somente contra os impulsos pecadores de nosso próprio coração, mas, como demonstrou o texto, contra os ardis servos de satanás, que tentarão minar a saúde da igreja, introduzindo heresias e erros a fim de nos rebelar contra nosso Deus. Bendito seja o Deus e Pai de nosso SENHOR Jesus Cristo, que pela obra de Cristo Jesus através do Espírito Santo, mantém sua igreja sempre alerta contra os falsos mestres, voltando nosso coração à verdade de sua Palavra, conservando-nos em santificação, aguardando sua vinda.
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