Deus está no controle - Salmo 10

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OBJETIVOS: Até o final o ouvinte deverá (saber, sentir, fazer):
1. Que Deus está no controle de todas as coisas, mesmo em meio as grande tribulações;
2. Que Cristo está conosco, nos guardando e guiando.
3. Viver para Cristo, confiando que Ele está no controle
Texto Bíblico: SALMO 10
Tema: Deus está no controle
Versão da Bíblia: Nova Almeida Atualizada (NAA)
Quase todos os salmos do primeiro livro (Salmos 1–41) têm um título, porém, as únicas exceções são 1,2,10 e 33, estes não possuem título, alguns eruditos acreditam que a falta do título é porque ele está ligado ao anterior. Partindo desta visão a falta de um título aqui no salmo 10 consideramos a conjunção com o Salmo 9, na Septuaginta esses dois salmos estão unidos, por não possuir um título específico os gregos não o separam. Por esse motivo que na bíblia hebraica os números de salmos não batem. A explicação que temos para a separação deste salmo em nossa versão tem fundamento no saltério. A nota de apelo a Deus é muito mais proeminente aqui, ainda que no final do salmo haja uma afirmação de que Deus, o Rei, é também o Deus que ouve as orações. Este salmo não está diretamente atribuido liga ao rei Davi, porém pela ligação ao anterior assumiremos que o rei Davi foi o escritor do mesmo.
Os Salmos 1 ao 9 nos mostra a confiança que Davi tinha no Senhor, ele estava convicto que Deus estava no controle, neste sentido entendemos que Deus está no controle em todo o momentos, nada acontece sem a permissão de Deus.
O cristão tem fé em Cristo Jesus, sua vida é motivada para glorificar ao Senhor, toda as ações irão de encontro ao Senhor, quando lemos na a Confissão de Fé de Westminster temos as perguntas:
PERGUNTA 1: Qual é o fim principal do homem?
RESPOSTA. O fim principal do homem é glorificar a Deus, e gozá-lo para sempre.
Referências: Rm 11.36; 1Co 10.31; Sl 73.25-26; Is 43.7; Rm 14.7-8; Ef 1.5-6; Is 60.21; 61.3.
PERGUNTA 107: Que nos ensina a conclusão da Oração Dominical?
R. A conclusão da Oração Dominical, que é: "Porque Teu é o reino, o poder e a glória, para sempre. Amém", ensina-nos que na Oração devemos confiar somente em Deus, e louvá-lO em nossas orações, atribuindo-Lhe reino, poder e glória. E em testemunho do nosso desejo e certeza de sermos ouvidos, dizemos: Amém.
Ref. Dn 9.18-19; Fp 4.6; 1Cr 29.11-13; 1Co 14.16; APERGUNTA 22.20-21.
CREDO
Creio em Deus Pai, todo poderoso, Criador do céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, Seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu em Hades; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à mão direita de Deus Pai todo poderoso; donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na santa Igreja universal; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém.
Quando passamos por tribulações, dificuldades, sentimos que não iremos suportar, se lembre que o Deus Senhor dos senhores, nos sustenta, e nada foge de seu controle e tudo suportaremos se confiarmos que Ele está no controle. Quando chorar, chore nos pés do Senhor. Davi nos estudos anterioes chorou o texto nos fala que ele passou a noite em prantos, Jesus chorou aos pés do Pai.
A palavra de Deus registra três momentos em que Jesus chorou, quando Lázaro seu amigo morreu, em Jerusalém alguns dias antes de ser crucificado e quando orou ao Pai sentido a angustia da morte iminente. O choro de Jesus foi por diferentes motivos, suas lagrimas também indicam a condição principal para Ele ter chorado, por que Ele é verdadeiramente homem. O choro de Jesus é mais uma prova de sua genuína humanidade.
A Palavra de Deus afirma a sua plena divindade e também afirma a sua humanidade. Durante seu ministério terreno, a Bíblia registra diversos detalhes que O revelam como um humano. Ele sentiu fome, sede, cansaço, todas as emoções comuns aos homens, inclusive a tristeza, a ponto de chorar. Diferentemente de nós, a única coisa que Ele não fez foi pecar. Jesus conduziu sua vida confiando que todas as cosas estão debaixo da vontade do Pai. O que mais importa é viver sabendo que Deus está no controle.
Por isso o tema qual trataremos é Deus está no controle, para isso meditaremos no Salmo 10.1-18, começaremos com o primeiro ponto e observaremos que o salmista faz um clamor sincero.

1. Por que, Senhor, te conservas longe? (vs. 1,2)

1  Por que, SENHOR, te conservas longe?

Por que te escondes nas horas de angústia?

2  Com arrogância, os ímpios perseguem os pobres;

que eles sejam apanhados nas ciladas que armaram!

O salmista enfrenta profunda tribulação e se volve para aquele que é uma fortaleza em momentos como esses, em Salmo 9.9 encontramos o salmista expressando em palavras, “O SENHOR é um abrigo para os que são perseguidos; ele os protege em tempos de aflição.” (v. 1). Observe como o profeta, busca um antídoto para suas calamidades, que eram evidentemente fruto de esperança malograda, ou seja, que se desperdiçou, que teve mau êxito, fracassado, frustado, malsucedido. O salmista dirige-se diretamente a Deus já no início do versículo, “Por que, Senhor, te conservas longe?”
No momento se angustia o salmista busca ao Senhor, é está regra que devemos seguir, quando estamos em angústia e sofrimento, busque conforto e alívio só na providência de Deus. Às agitações do dia a dia, os apertos e preocupações nunca podem nos afastar de Cristo, quando confiamos que tudo está nas mãos de Deus, confiamos e buscamos no Senhor. Devemos encher-nos da certeza de que nosso Senhor proverá alívio ao miserável e aflito.
Nada pode ficar oculto dos olhos de Deus, o Senhor está no controle de todas as coisas, tudo Ele sabe, ao recorrer ao Senhor o salmista faz um clamor sincero ao Pai. O salmista está convicto em sua oração de que Deus sabe e por isso ele continua a expressar ao para p Senhor, “Em sua arrogância, o homem perverso sai no encalço dos fracos, os quais são apanhados nas tramas que ele engendra” (v. 2). Esta afirmação breve da situação é explicada mais adiante no salmo e de forma mais plena veremos especialmente nos versículos 7–10. (“A sua boca está cheia de maldições, mentiras e ameaças. Ele só fala de desgraças e de maldades. Ele se esconde perto dos povoados; espera ali e mata pessoas inocentes. Como um leão, ele espera no seu esconderijo e espia os que não podem se defender. Fica de tocaia, esperando pelos que são perseguidos; então pega as vítimas na armadilha e as arrasta dali. Elas são esmagadas e caem, derrotadas pela força bruta.”)
João Calvino em seu comentário de salmos coloca que antes do salmista pronunciar sua oração contra os ímpios, de forma breve, o salmista, salienta a perversidade deles em cruelmente atormentar os aflitos, por nenhuma outra razão senão porque desdenham deles e os desprezam, com aquela arrogância com que se acham entumecidos. E sua crueldade vai muito além disso, pois, despidos de todo sentimento humano, desdenhosamente triunfam sobre os pobres e aflitos, motejando deles e desferindo contra eles todo gênero de injúrias. Aliás, a crueldade é sempre arrogante, sim, pior ainda, a arrogância é a mãe de todos os males; pois se alguém, através da soberba, não magnificar a si próprio acima do próximo, e através de um arrogante conceito de si próprio o despreza, mesmo o espírito humano mais corriqueiro deve ensinar-nos com que humildade e justiça devemos conduzir-nos na relação uns com os outros. Mas Davi pretendia, aqui, afirmar que a única causa por que os ímpios, a quem ele acusa, exercem sua crueldade contra os infelizes e necessitados, de quem não recebem a menor provocação, é a soberba e a arrogância de seus próprios espíritos. Que cada um, portanto, que deseja viver de modo justo e inculpável com seus irmãos, tome cuidado para que não se precipite em tratar os outros desdenhosamente; e que o mesmo se esforce, acima de tudo, em ter sua mente isenta da enfermidade chamada orgulho.
É neste sentido que podemos traduzir este salmo com “O pobre é ferido pela soberba do ímpio”, a soberba dos perversos, como o fogo, devora o probre e aflito. O salmista nos mostra o grande estrago que a soberba traz.
Allan Harman, comentarista bíblico tem razão quando diz que os Salmos tem sido uma fonte de ajuda espiritual para os crentes ao longo da história, as mesmas dificuldades espírituais enfrentadas nos tempos do salmista, enfrentamos nos dias de hoje.

2. O perverso se gloria da sua própria cobiça (vs. 3–6)

3  Pois o perverso se gloria da sua própria cobiça,

o avarento maldiz o SENHOR e blasfema contra ele.

4  Em sua soberba, o perverso não investiga;

tudo o que ele pensa é que Deus não existe.

5  São prósperos os caminhos dele em todo tempo;

muito acima e longe dele estão os teus juízos;

quanto aos seus adversários, ele a todos trata com desprezo.

6  Pois lá no seu íntimo diz: “Jamais serei abalado;

de geração em geração, nenhum mal me sobrevirá.”

A soberba é dos males piores que existe, você talvez conheça alguém que sempre te uma forma de colcar suas maldades em evidência, para demonstrar seus maus feitos, por exemplo, quado se cria mecanismos de colcolocar a religião como sendo um cancer da humanida, nestes dias a religião tem sofrido duas acusações, quanto a pandemia, estão vendendo a idéia que o virus tem se propagado de forma vertigino por conta dos cultos de adoração ao Senhor. Os ímpios se engrandeceram quando os templos foram fechados e saíram cantalorando que essas atitudes eram para proteger. Os chineses se engrandecem e mostram quando uma igreja é demolida ou até mesmo quando descobrem reuniões dos cristãos em locais subterraneos. Outros países a perseguição é tão grande, que os cristão são presos e condenados por proferir sua fé em Cristo Jesus.
Porém este pecado não está somente do lado de fora da igreja, está dentro das nossas igrejas, faz parte da rotina dos pecadores vangloriar-se (vs. 3,4). Desde o tempo do primeiro pecado, eles têm pretendido elevar-se como se fossem Deus abra sua bíblia em Gênesis 3.5. O pecado também causa compreensão errônea dos feitos de outros pecadores, bem como do caráter de Deus. Daí o pecador louvar ávida e temerariamente os homens, enquanto Deus é blasfemado. Ele não faz nenhuma tentativa de buscar a Deus, e o deixa excluído de todos os seus pensamentos. Parte da natureza do homem pecaminoso consiste em suprimir o conhecimento que ele tem da verdade e recusar-se a glorificar e a dar graças a Deus abra sua bíblia em Romanos 1.18–21.
O perverso desfruta de prosperidade, mas esta o faz ainda mais arrogante (vs. 5,6). Aparentemente, vivem isentos do juízo divino (é melhor tomar o termo hebraico mishpat como “juízo”. Para com seus inimigos, eles se mostram contentes e fazem a presunçosa alegação de que estão sempre firmes. A segunda parte do versículo 6 é difícil de se traduzir e de se interpretar, e uma divisão equivocada do versículo a completa ainda mais. Uma tradução literal seria: “De geração a geração [eu terei] felicidade e nenhuma tribulação; ele tem jurado.” É parte do homem perverso a arrogância de reivindicar isenção de problema e de juízo. Ele se considera inatingível.
A soberba afasta o homem de Deus, o ímpio se engrandece de seus maus feitos, porém dentro de nossas igrejas temos pessoas que se valem desta soberba, a saber a palavra de Deus nos ensina a das a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus. Você conhece alguém que sonega imposto a o pior de tudo se engrandece por o ter feito, alguém que de alguma forma tome vantagem em cima de um benefífio qual não lhe pertence, porém toma para si.
A soberba nos faz fechar os ouvidos para a verdade, qual encontramos em Cristo Jesus e faz com que vivamos contando vantagem dos mal feitos qual nos levam para longe de Deus, o ímpio não se importa com isso, pois ele não acredita na existencia de um Senhor que criou os céus e a terra. Davi quer dizer que o ímpio, sem qualquer autocrítica, se permite fazer qualquer coisa, ou não distingue entre o que é lícito e ilícito, visto sua própria concupiscência ser sua lei.
O ímpio vive como se fosse superior a todas as leis, ele imagina que lhe é lícito fazer tudo quanto lhe apeteça. O princípio do bom procedimento da vida humana é inquirir, ou seja, só é possível começar a fazer o bem quando nos guardamos de seguir, sem escolha e discriminação, os ditames de nossa própria imaginação e de deixar-nos levar pelas levianas inclinações de nossa carne. Mas o exercício de inquirição procede da humildade, quando designamos a Deus, como é razoável, o lugar de Juiz e Governante sobre nós.

7  A sua boca está cheia de maldição, enganos e opressão;

debaixo da língua ele tem insulto e maldade.

8  Põe-se de tocaia nas aldeias,

trucida os inocentes nos lugares ocultos;

seus olhos espreitam o desamparado.

9  Ele se põe de emboscada, como o leão na sua caverna;

está de emboscada para enlaçar o pobre:

apanha-o e o arrasta com a sua rede.

10  Abaixa-se, rasteja;

nas suas garras caem os necessitados.

11  Diz ele, no seu íntimo: “Deus se esqueceu,

virou o rosto e nunca verá isto.”

Segue-se então uma descrição do homem pecaminoso, com ênfase em seu papel como opressor (vs. 7,8). A descrição no começo do versículo 7 do homem perverso é que com sua língua está sempre propalando mentiras, essas palavras foram extraído por Paulo da LXX e usado em sua descrição do discurso pecaminoso do homem sem Cristo na sua carta aos Romanos 3.14. O perverso derrama continuamente suas palavras mordazes contra outros. Além das palavras, eles agem com violência contra outros.
Não há razão para supor-se algo mais além de uma compreensão literal da descrição aqui (vs. 9–11). Agem como leão no ataque que fazem à sua presa. Imagem semelhante ocorre bem freqüentemente no Saltério, conforme está escrito em Salmo 17.12; 37.32; 56.6; 59.3; 64.4. As condições espirituais por trás desses versículos nos são desconhecidas. Entretanto, temos sobeja evidência da parte dos profetas para a confirmação da exatidão da descrição dada aqui. Evidentemente, houve muitas ocasiões em que se usava força contra os pobres e necessitados de Israel, olha para os textos Isaías 1.15–17,21–23; Jeremias 7.9; Ezequiel 22.2ss.; Oséias 4.2; 6.8,9. Usava-se a mera força bruta e os desamparados eram abatidos. No versículo 11, o pensamento do versículo 6 é extraído e desenvolvido ainda mais. Os pensamentos secretos dos perversos se expõem, pois o que vem a lume externamente é apenas a expressão da incredulidade interior. Os perversos são descritos como a alegar que, já que Deus não os pode ver, assim podem agir com grande ousadia em seu ímpeto pecaminoso. Jesus, em seu ensino, desenvolveu todo o conceito de pecado secreto que dá expressão em ações exteriores com encontramos descrito em Mateus 5.21–30; Marcos 7.14–23.

4. Levanta-te, Senhor! (vs. 12,13)

12  Levanta-te, SENHOR! Ó Deus, ergue a tua mão!

Não te esqueças dos pobres.

13  Por que o ímpio despreza Deus,

dizendo no seu íntimo que Deus não lhe pedirá contas?

O salmista faz um apelo a Deus é urgente, ele faz o apelo ao Senhor para “levantar-se”, na escrita oroginal encontramos o uso de três nomes para Deus nestes versículos, Senhor (heb. yhwh) pactual, como Deus (heb. ’el) e finalmente, por outro termo para Deus (heb. ’elohim). O salmista faz apelo para o Senhor não se esquecer dos pobres, ele pede ao Senhor para erguer a mão que evidentemente significa punir conforme esta no versículo 15. Cemos essa mesma expressão em oração no Salmo 138.7, o salmista roga ao Senhor para resgatar seus aflitos. Os que injuriavam a Deus criam que Ele não os descobriria. Já haviam se declarado como ateus (v. 4), e agora arrogantemente se vangloriavam de que estariam livres para levar a bom termo seus maus-feitos. Os pecados precisam sempre de ser lembrados que por fim serão chamados ao acerto de contas diante do tribunal de Deus temos essa certeza quando lemos a carta que o apóstolo Paulo escreve ao coríntios 2 Coríntios 5.10.

5. Conclusão

Tu, porém, tens visto isso. (vs. 14–18)

14  Tu, porém, tens visto isso, porque atentas ao sofrimento e à dor,

para que os possas tomar em tuas mãos.

A ti se entrega o desamparado;

tu tens sido o defensor do órfão.

15  Quebra o braço do perverso e do malvado;

pede contas da sua maldade, até que a descubras de todo.

16  O SENHOR é rei eterno:

da sua terra somem as nações.

17  Tens ouvido, SENHOR, o desejo dos humildes;

tu lhes firmarás o coração e ouvirás o seu clamor,

18  para fazeres justiça ao órfão e ao oprimido,

a fim de que o ser humano, que é da terra,

não volte a espalhar o terror.

Esse último momento o salmista faz um cântico de confiança, Deus vê tudo o que acontece, em contraste com a alegação de que ele nada via (v. 11) nem punia (v. 13). O órfão é distinguido como representante daquele grupo em prol do qual o Senhor sempre demonstrou grande cuidado encontramos isso descrito em Êxodo 22.22–24; Malaquias 3.5. Os que vivem em necessidade têm a reiterada certeza de que Deus vê sua tribulação e que age como seu ajudador. No versículo 15, o salmista roga a Deus que quebre o braço poderoso do perverso, de modo que ele não possa prosseguir em sua vereda de perversidade. O salmista termina com um cântico de plena confiança no Senhor nos versículos 16–18, e ele estava tão certo de ser ouvido por Deus, que descreve o resultado de suas orações como uma realidade presente.
Ele reconhece que o Senhor exerce seu reinado sobre toda a terra, e ainda destruirá os inimigos desse reinado. Esse pensamento é notável, porque no salmo os inimigos são oponentes no seio de Israel. Entretanto, o conceito de juízo sobre os inimigos o lembra de que Deus também tratará dos inimigos externos de Israel. O versículo 17 contém a certeza de que as orações que ele já apresentou em prol dos aflitos são deveras ouvidas por Deus.
Note a variedade de termos que ele usa para o necessitado:
Versículos 2 e 12 - pobres
Versículo 8 - inocente
Versículo 12 - desamparado
Versículos 14 e 18 - órfão
Versículo 17 - humildes
Versículo 18 - oprimido
O homem que se gaba de sua força não passa de um frágil e fracassado, pois está sem Deus, Cristo Jesus. Quando vivemos convictos de que Deus está no controle de todas as coisas, sabemos que somos fracos e por isso dependemos de Deus. Neste sentido entendemos que quando somos fracos então o Senhos nos faz fortes.
Este salmo nos lembra de que sob a perseguição e opressão devemos recorrer a Deus em busca de alívio. O único que pode nos aliviar em momentos de angustia, dor, tribulação de fraqueza é nosso Senhor e sanvador Cristo Jesus. Nosso modelo é Jesus, de quem está escrito em 1 Pedro 2.23, “Quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga com justiça”.
A mesma epístola nos aconselha que, se sofrermos, entreguemo-nos ao nosso fiel Criador e prossigamos na prática do bem.
O cristão vive para Cristo e somente para Ele.

Aplicação

Você entende que Deus está no controle de todas as coisas, nos momentos de aflições, dificuldade, tribulação, quando seus olhos já não enxergam mais o orizonte, faça um clamor sincero ao Senhor. Semente o Rei dos reis, Cristo Jesus pode darnos paz em momentos dufícies e angustioso. Os Salmos é uma fonte de ajuda espiritual para os crentes.
A soberba nos afasta de Deus, os ímpios vivem pela sua própria lei e desejo, o cristão vive por amor a Jesus. Procure agradar somente a Cristo e não ao homem.
Entendemos que precisamos de Cristo, não importa o sofrimento que você está vivendo, a dificuldade que está enfrentando, viva para Cristo, entregue-se ao Senhor e prossigamos na prática do bem, para a glória de Cristo Jesus.
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