Alegria na Graça
Experimentar a Alegria na Graça de Deus desde o início da salvação, durante a jornada, com os frutos de justiça e testemunhos, até o Dia de Cristo.
Contar a história de Filipos.
Contar história de Paulo em Filipos
No curso de sua segunda viagem missionária (50/51 a 53/54 d.C.), Paulo, acompanhado de Silas e Timóteo, chegou a Trôades, situada ao sul, que é considerado o local da antiga Troia. Ainda que Trôades seja hoje uma ruína deserta, nos dias do apóstolo era um dos principais portos da Ásia. Aqui a visão do “homem da Macedônia” atraiu os missionários à Europa. Aqui também Lucas se juntou a eles (At 16.9–10).
No dia seguinte, o grupo alcançou Neápolis, porto de Filipos. Aqui encerrou-se a viagem a barco. Essa viagem foi rápida, com a duração de apenas dois dias. Certamente, os ventos lhes foram favoráveis, em contraste com sua viagem de volta – Neápolis a Trôades – para o término da terceira viagem missionária, o que levou cinco dias (At 20.6). De Neápolis a Filipos, os missionários prosseguiram a pé.
Paulo tinha o desejo de pregar o Evangelho em Roma, a grande cidade mundial daqueles dias. Ele ansiava por chegar lá (Rm 1.15), mas chegou como um prisioneiro e não com a liberdade de um arauto das boas-novas de salvação. Toda a experiência que determinou a sua prisão em Jerusalém, o seu encarceramento por dois anos em Cesareia, o seu naufrágio em sua viagem para Roma e os dois anos de prisão ali, enquanto aguardava o julgamento, foi relatada por Lucas em Atos 21.17–28.31.
Motivo da carta
Certo dia, durante o tempo em que Paulo se achava preso, este recebeu alguém que lhe era muito caro. Seu nome era Epafrodito. Era um grande líder na igreja de Filipos. Ele fora enviado a Paulo como delegado daquela igreja. Trazia uma generosa oferta dos filipenses.
O propósito de Paulo, pois, foi o seguinte:
(1) Dar por escrito expressão à sua gratidão.
(2) Prover a orientação espiritual de que a congregação necessitava.
(3) Saturar as mentes e corações dos filipenses com o espírito de alegria.
