Santa Ceia

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1 Coríntios (Capítulo 11)
23. Porque eu recebi do Senhor.
Com estas palavras Paulo tenciona mostrar que a única autoridade que tem real valor na Igreja é a do Senhor.
Ele poderia ter posto nestes termos: “Não vos entreguei algo de minha própria autoria.
A Ceia é um momento de comunhão.
Somos um só pão.
É isso o que Paulo deseja que a igreja entenda sobre a Ceia.
Devemos procurar o Senhor e também os nossos irmãos.
Devemos encontrar-nos com o Senhor e também com os nossos irmãos.
Na Ceia os céus e a terra se tocam.
A igreja é um corpo (12.12–31)A igreja é comparada a uma família, a um exército, a um templo, a uma noiva.
Porém, a figura predileta de Paulo para descrever a igreja é o corpo.
Por que Paulo tem predileção por essa figura?
Porque ela é uma das mais completas para descrever a igreja.
O apóstolo Paulo destaca três grandes verdades, que vamos considerar.
Em primeiro lugar, a unidade do corpo (12.12,13).
O corpo é uno.
Sua principal característica é a unidade.
Todos os que crêem em Cristo são um, fazem parte do mesmo corpo, da mesma família, do mesmo rebanho.
Essa unidade não é organizacional nem denominacional, mas espiritual.
Em segundo lugar, o significado da Ceia do Senhor (11.23–26).
A Ceia do Senhor está centralizada na morte expiatória de Cristo e no Seu sacrifício vicário.
A cruz de Cristo e não o egoísmo humano está no centro dessa celebração.
O sangue de Cristo é o selo da nova aliança. Por meio dele Deus perdoa os nossos pecados e nos salva da ira vindoura.
A Ceia do Senhor é uma proclamação dramatizada de quatro verdades essenciais da fé cristã.
Não podemos nos assentar à mesa sem olhar para o sacrifício de Cristo.
Quatro pontos que Paulo ensinou sobre a Ceia e que devemos ainda hoje observar sempre que nos reunirmos ao redor da mesa do Senhor:
Primeiro Devemos olhar para trás. Quando você participa da Ceia, você deve olhar para trás, para a cruz de Cristo (11.26).
Todas as vezes que comemos o pão e bebemos o cálice, anunciamos a morte do Senhor.
Quando Jesus pegou o pão e o partiu, Ele disse: “Este pão é o meu corpo, que é partido por amor de vós. Tomai e comei, fazei isto em memória de mim”.
Jesus está ordenando que a igreja se lembre não dos Seus milagres, mas da Sua morte.
Devemos olhar para trás e nos lembrar por que Cristo morreu, como Cristo morreu, por quem Cristo morreu.
Cristo é o centro da Ceia.
A Ceia é uma pregação dramatizada do calvário.
Segundo Devemos olhar para a frente.
Paulo diz: “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (11.26).
A Ceia nos aponta para a segunda vinda de Cristo.
Há um clima de expectativa em toda celebração da Ceia do Senhor (Lc 22.16,18).
A segunda vinda de Cristo é a grande esperança do cristão num mundo onde o mal tem feito tantos estragos.
Atrás, aponta para a sua morte; à frente, aponta para a sua volta.
“A Ceia do Senhor é o elo entre Suas duas vindas, o monumento de uma, a garantia de outra”.
Treceiro Devemos olhar para dentro.
Quando você celebra a Ceia, olha para dentro.
Paulo exorta: “Examine-se, pois, o homem a si mesmo” (11.28).
Você não olha para o seu irmão.
Você não é o juiz do seu irmão.
Investigue o seu coração. Analise a sua vida.
É digno observar que Paulo diz: Examine-se o homem a si mesmo e coma.
Paulo não diz: Examine-se o homem e deixe de comer.
Você não deve fugir da Ceia por causa do pecado, mas fugir do pecado por causa da Ceia.
A Ceia é um instrumento de restauração.
A Ceia é um tempo de cura, de reconciliação e restauração.
A Ceia é o momento em que devemos aguçar os sentidos da nossa alma para examinar-nos e nos voltarmos para o Senhor.
Na Ceia devemos correr do pecado para Deus e não de Deus para o pecado.
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