INTRODUÇÃO À FILIPENSES
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FILIPOS
FILIPOS
Filipos era um cidade da Macedônia fundado pelos tásios e tomada por Filipe II em 300 a.C. Neste feita, o nome da cidade passou a ser Filipos em homenagem ao suzerano. Se localizava na parte oposto do Mar Trácio em frente a Trôade.
Era banhada pelo rio Gangites, onde Paulo encontrou a comerciante Lídia, uma das primeiras pessoas a se converterem na cidade (At 16.11-15).
A estrada militar Ignatia passava pela cidade, sendo um ponto importante de manobras militares.
Curiosidade: Nos arredores da cidade em 42 a.C., Antônio e Otâvio derrotaram Bruto e Cássio (assassinos de cézar). Anos mais tarde em 31 a.C. Otávio (mais tarde Augusto) derrotou as forças de Marco Antônio e Cleóprata.
Paulo e seus companheiros visitaram a cidade na segunda viagem missionária de Paulo. Neste cidade Deus operou milagres e maravilhas:
Conversão de Lídia e sua casa (At 16.11-15)
Libertação da jovem possuida por demônio de adivinhação (At 16.16-18)
Paulo e Silas açoitados e presos (At 16.19-26)
Conversão do carcereiro (At 16.27-34)
Libertação de Paulo e Silas (At 16.35-40)
Na cidade de Filipos se levantou uma Igreja forte e poderosa, muito amada de Paulo. Esta igreja ajudou Paulo financeiramente em seu momento de dificuldade na sua primeira prisão em Roma. Paulo então envia a carta aos filipenses em gratidão ao esforço do irmãos.
Hoje de Filipos resta:
Restos das antigas muralhas.
Restos de uma fortaleza roamana.
3. Colunas do forum romano.
4. Teatro
5. Acrópoli em ruinas
AUTOR
AUTOR
O próprio apostolo Paulo se identifica como escritor da carta aos filipenses. Como de costuma, se utilizou de um companheiro para redigir a carta, possivelmente o próprio Epafrodito. É possível que esta carta tenha sido escrita em partes em momentos diferentes e o objeto final tenha sido enviado de uma vez para a Igreja de filipos.
Paulo estava preso, provavelmente em Roma na sua primeira prisão quando estava em casa alugada e recebeu dos filipenses uma generosa oferta enviada por um dos líderes da igreja, Epafrodito.
PROPÓSITO
PROPÓSITO
Paulo tinha alguns objetivos em mente quando escreveu esta carta:
Agradecer a oferta enviada pelos filipenses
Transquilizar os irmãos quanto à sua situação (Fp 1.12-14; 4.18-19)
Prover orientação espiritual necesária para a Igreja.
Encher a mente dos irmãos com Espírito de alegria.
O resumo da epístola é “Alegrem-se, outra vez vos digo, alegrem-se (4.4)”
Alegra-se, regozijar-se aparece 16 vezes nesta carta.
Fl 1.4, 1.18 (2 vzs); 1.25; 2.2; 2.17 (2 vzs); 2.18 (2 vzs); 2.28-29; 3.1; 4.1; 4.4 (2 vzs) e 4.10.
Uma outra palavra que aparece bastante em filipenses é a palavra mente ou mentalidade.
TEOLOGIA
TEOLOGIA
A carta de Paulo aos cristãos de Filipos destaca-se em termos teológicos por enfatizar algumas verdades nitidamente paulinas, como se vê em outros escritos seus:
1. Paulo advertiu os filipenses sobre os falsos ensinos: legalismo, perfeccionismo e vida cristã descuidada.
2. Afirmou a sua doutrina da justificação pela fé em contraste com o legalismo infrutífero.
3. Insistiu em uma vida santificada pela identificação com Cristo pela fé, participando dos seus sofrimentos, da sua morte e do poder da sua ressurreição.
4. Destacou a importância da unidade da igreja e da humildade cristã que devem estar baseadas na humilhação e no “autoesvaziamento” de Cristo.
5. Encorajou mostrando que a alegria é uma atitude prática com base na ação do Espírito Santo, pois em parceria com ele produzimos esse aspecto do fruto na vida da comunidade cristã. Essa característica é muito necessária para os crentes em todas as épocas e situações.
Tema
Apesar das provações de Paulo e das dificuldades enfrentadas pela igreja, o tema da alegria em Cristo ressoa 15 vezes (através do substantivo, do verbo e dos sinônimos) nos quatro capítulos da epístola. Por isso, adotarmos o título Filipenses, a carta da alegria é plenamente justificável.
ESTRUTURA DO TEXTO
ESTRUTURA DO TEXTO
Saudação1.1–2
A alegre preocupação de Paulo com a igreja 1.3–11
Circunstâncias difíceis 1.12–26
Unidade e humildade cristãs 1.27–2.18
Exemplos de humildade 2.19–30
O erro da justiça própria 3.1–11
A maturidade cristã 3.12–4.1
Alegria e paz 4.2–9
Alegria pela generosidade4.10–20
Conclusão 4.21–23
