Sermon Tone Analysis
Overall tone of the sermon
This automated analysis scores the text on the likely presence of emotional, language, and social tones. There are no right or wrong scores; this is just an indication of tones readers or listeners may pick up from the text.
A score of 0.5 or higher indicates the tone is likely present.
Emotion Tone
Anger
0.08UNLIKELY
Disgust
0.1UNLIKELY
Fear
0.13UNLIKELY
Joy
0.23UNLIKELY
Sadness
0.19UNLIKELY
Language Tone
Analytical
0UNLIKELY
Confident
0UNLIKELY
Tentative
0UNLIKELY
Social Tone
Openness
0.03UNLIKELY
Conscientiousness
0.14UNLIKELY
Extraversion
0.44UNLIKELY
Agreeableness
0.61LIKELY
Emotional Range
0.23UNLIKELY
Tone of specific sentences
Tones
Emotion
Language
Social Tendencies
Anger
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Paulo é prisioneiro em dois sentidos:
Jesus, o Senhor, o confiscou para si, e por causa do Senhor ele foi difamado e aprisionado pelos inimigos do evangelho.
Por cinco vezes ele menciona nesta carta sua atual condição de preso.
Deixa fora o costumeiro título de apóstolo, porque não deseja salientar de antemão sua autoridade especial.
Também apresenta Timóteo, que está com ele, singelamente como irmão.
No entanto Paulo não continua escrevendo usando o “nós”, mas a partir do v. 4 passa para o “eu”, citando várias vezes na carta apenas expressamente seu próprio nome.
1) A glória do crente (v.1):
Definitivamente, a glória do crente está no nome de Cristo.
Longe de Paulo o pensar que o seu sofrimento por causa de Cristo lhe era algo vergonhoso e repugnante.
Para
Paulo, sofrer por causa de Cristo e do Seu Evangelho era motivo de profunda alegria.
Nestes sofrimentos podia contar sempre com a graça de Deus que o fortalecia, a qual era a “força motriz”
do seu ministério, e também com o auxílio e companheirismo de outros que tinham o mesmo propósito, a saber, tornar Cristo conhecido e glorificado entre os homens.
2) O vínculo entre os crentes (v.2):
A forma como Paulo tratava os crentes (irmãos, cooperadores, companheiros de lutas, etc), mostra o vínculo que há entre os crentes.
Em Cristo, os crentes
desfrutam de uma íntima comunhão.
Comungam da mesma fé e têm o mesmo Pai, por isso são “irmãos”.
Em Cristo comungam da mesma luta pelo Evangelho, por isso são “companheiro de
serviço e colegas de militância”.
Isso faz dos crentes “um só corpo”, o corpo de Cristo.
3) A maior bênção que o crente tem (v.3):
Sem dúvida alguma, a maior bênção que temos como crentes em Cristo é a Graça de Deus.
Algo que jamais merecemos, mas com certeza, sempre
carecemos.
O fruto imediato dessa Graça, é a paz com Deus.
Cessou-se a guerra com Deus e os homens; Cristo nos trouxe a paz por meio do Seu sacrifício.
Dessa bênção provém todas as outras.
Tê-la é o maior consolo que o homem recebe para o seu coração
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