Sem título Sermão (11)
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Introdução
Introdução
14 — Pois será como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens.
15 A um deu cinco talentos, a outro deu dois e a outro deu um, de acordo com a capacidade de cada um deles; e então partiu.
16 O servo que tinha recebido cinco talentos saiu imediatamente a negociar com eles e ganhou outros cinco.
17 Do mesmo modo, o que tinha recebido dois ganhou outros dois.
18 Mas o servo que tinha recebido um talento, saindo, fez um buraco na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.
19 — Depois de muito tempo, o senhor daqueles servos voltou e fez um ajuste de contas com eles.
20 Aproximando-se o que tinha recebido cinco talentos, entregou outros cinco, dizendo: “O senhor me confiou cinco talentos; eis aqui outros cinco que ganhei.”
21 O senhor disse: “Muito bem, servo bom e fiel; você foi fiel no pouco, sobre o muito o colocarei; venha participar da alegria do seu senhor.”
22 — E, aproximando-se também o que tinha recebido dois talentos, disse: “O senhor me confiou dois talentos; eis aqui outros dois que ganhei.”
23 Então o senhor disse: “Muito bem, servo bom e fiel; você foi fiel no pouco, sobre o muito o colocarei; venha participar da alegria do seu senhor.”
24 — Chegando, por fim, o que tinha recebido um talento, disse: “Sabendo que o senhor é um homem severo, que colhe onde não plantou e ajunta onde não espalhou,
25 fiquei com medo e escondi o seu talento na terra; aqui está o que é seu.”
26 Mas o senhor respondeu: “Servo mau e preguiçoso! Você sabia que eu colho onde não plantei e ajunto onde não espalhei?
27 Então você devia ter entregado o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é meu.”
28 — “Portanto, tirem dele o talento e deem ao que tem dez.
29 Porque a todo o que tem, mais será dado, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.
30 Quanto ao servo inútil, lancem-no para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes.”
Assim como a parábola anterior, esta parábola foca no tema da responsabilidade na ausência do Senhor.
14 — Pois será como um homem que, ausentando-se do país, chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens.
15 A um deu cinco talentos, a outro deu dois e a outro deu um, de acordo com a capacidade de cada um deles; e então partiu.
Cinco talentos = 75 anos de salário.
Cinco talentos = 75 anos de salário.
16 O servo que tinha recebido cinco talentos saiu imediatamente a negociar com eles e ganhou outros cinco.
17 Do mesmo modo, o que tinha recebido dois ganhou outros dois.
18 Mas o servo que tinha recebido um talento, saindo, fez um buraco na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.
Na antiguidade, enterrar dinheiro ou bens era considerado um jeito responsável de mantê-lo salvo.
19 — Depois de muito tempo, o senhor daqueles servos voltou e fez um ajuste de contas com eles.
"DEPOIS DE MUITO TEMPO"… três parábolas no Discurso do Monte das Oliveiras envolvem uma demora no retorno do Senhor. Vejamos:
48 Mas o que acontecerá se aquele servo, sendo mau, disser consigo mesmo: “Meu senhor demora para vir”,
5 E, como o noivo estava demorando, todas ficaram sonolentas e adormeceram.
Como nenhum de nós sabe o dia de Sua volta, devemos todos sermos responsáveis e esperarmos vigilantes.
20 Aproximando-se o que tinha recebido cinco talentos, entregou outros cinco, dizendo: “O senhor me confiou cinco talentos; eis aqui outros cinco que ganhei.”
21 O senhor disse: “Muito bem, servo bom e fiel; você foi fiel no pouco, sobre o muito o colocarei; venha participar da alegria do seu senhor.”
A administração fiel agrada mais ao mestre do que o retorno real de seu investimento.
22 — E, aproximando-se também o que tinha recebido dois talentos, disse: “O senhor me confiou dois talentos; eis aqui outros dois que ganhei.”
23 Então o senhor disse: “Muito bem, servo bom e fiel; você foi fiel no pouco, sobre o muito o colocarei; venha participar da alegria do seu senhor.”
24 — Chegando, por fim, o que tinha recebido um talento, disse: “Sabendo que o senhor é um homem severo, que colhe onde não plantou e ajunta onde não espalhou,
Ao invés de apresentar ao Seu Mestre os resultados de seu maravilhoso cuidado, ele só apresenta justificativas de sua irresponsabilidade na demora do Senhor.
25 fiquei com medo e escondi o seu talento na terra; aqui está o que é seu.”
26 Mas o senhor respondeu: “Servo mau e preguiçoso! Você sabia que eu colho onde não plantei e ajunto onde não espalhei?
27 Então você devia ter entregado o meu dinheiro aos banqueiros, e eu, ao voltar, receberia com juros o que é meu.”
28 — “Portanto, tirem dele o talento e deem ao que tem dez.
29 Porque a todo o que tem, mais será dado, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.
Fidelidade resulta em bênçãos e recompensa. Veja:
12 Pois ao que tem, mais será dado, e terá em abundância; mas, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.
9 Dê instrução ao sábio, e ele se tornará mais sábio ainda; ensine o justo, e ele crescerá na prudência.
Fidelidade resulta em bênçãos e recompensa.
O inverso desta declaração também é verdadeira!
30 Quanto ao servo inútil, lancem-no para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes.”
12 Mas os filhos do Reino serão lançados para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes.
Isso se aplica a alguns judeus no meio do povo que esperavam ser herdeiros de um futuro abençoado por Deus; mas certamente aplica-se também à pessoas em geral que dizem acreditar em Jesus, mas não praticam Sua mensagem.
21 — Nem todo o que me diz: “Senhor, Senhor!” entrará no Reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
22 Muitos, naquele dia, vão me dizer: “Senhor, Senhor, nós não profetizamos em seu nome? E em seu nome não expulsamos demônios? E em seu nome não fizemos muitos milagres?”
23 Então lhes direi claramente: “Eu nunca conheci vocês. Afastem-se de mim, vocês que praticam o mal.”
Isso se aplica a alguns judeus no meio do povo que esperavam ser herdeiros de um futuro abençoado por Deus; mas certamente aplica-se também à pessoas em geral que dizem acreditar em Jesus, mas não praticam Sua mensagem.
Por isso, precisamos ser responsáveis quanto ao aguardar do retorno de nosso Senhor, multiplicando os talentos que Ele tem nos dado, vivendo para a Sua glória, amando e praticando Sua Palavra, sendo fieis até o fim.