Sermon Tone Analysis
Overall tone of the sermon
This automated analysis scores the text on the likely presence of emotional, language, and social tones. There are no right or wrong scores; this is just an indication of tones readers or listeners may pick up from the text.
A score of 0.5 or higher indicates the tone is likely present.
Emotion Tone
Anger
0.07UNLIKELY
Disgust
0.09UNLIKELY
Fear
0.12UNLIKELY
Joy
0.48UNLIKELY
Sadness
0.15UNLIKELY
Language Tone
Analytical
0UNLIKELY
Confident
0.02UNLIKELY
Tentative
0UNLIKELY
Social Tone
Openness
0.06UNLIKELY
Conscientiousness
0.13UNLIKELY
Extraversion
0.45UNLIKELY
Agreeableness
0.61LIKELY
Emotional Range
0.2UNLIKELY
Tone of specific sentences
Tones
Emotion
Language
Social Tendencies
Anger
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Introdução
Maria sobre a qual vamos falar hoje era uma jovem judia que viveu na palestina há mais de 2000 anos.
Naquela época, o Povo de Israel, como eles eram conhecidos, vivia dominado pelo Império Romano.
Maria fazia parte do povo de Israel.
E embora estivessem sofrendo debaixo da mão dos romanos, eles tinha uma grande esperança: que se cumprisse a promessa de Deus, feita às gerações passadas, de enviar um líder para salvá-lo.
A história de Maria está contada na Bíblia, nos evangelhos.
Os evangelhos são biografias de Jesus, isto é, eles são relatos sobre sua vida e seus feitos.
Portanto Jesus é o personagem principal nos evangelhos (e no restante da Bíblia) e todos os demais, mesmo importantes, vêm depois.
Maria é um desses personagens importantes e hoje vamos aprender com a vida dela.
Não é difícil imaginar que algumas jovens da época de Maria alimentavam a expectativa de participarem do plano de Deus para enviar o Messias.
Alguma delas poderia vir ser a mãe de um menino que se tornaria o libertador de Israel.
A Bíblia conta que Deus enviou o anjo Gabriel à cidade de Nazaré, para falar com uma mocinha prometida em casamento a certo homem chamado José, descendente de Davi.
O nome dessa jovem era Maria.
O anjo, aproximando-se dela disse: “Alegra-te agraciada!
O Senhor está com você!”.
Maria ficou perturbada com essas palavras, pensando no que poderia significar esta saudação.
Mas o anjo explicou e disse:
Provavelmente Maria não tinha mais do que quinze anos quando recebeu esse aviso do anjo Gabriel.
Apenas uma garota.
Por que Maria?
O que tinha ela de especial?
O que fez dela a escolhida por Deus, para abrigar em seu ventre o Salvador?
A canção
É importante fazer essa pergunta, porque Maria estava bem longe de ser um heroína.
Ela não era uma mulher que se destacava por causa de alguma habilidade especial.
(1) Maria não foi uma profetisa.
Ela não levou palavras de contestação a reis e príncipes;
(2) Maria não foi uma pregadora, evangelista entre os povos distantes;
(3) Maria não fez grandes discursos, nem protestou em passeatas contra a opressão dos romanos;
(4) Maria também não foi uma escritora ou romancista de sucesso, nem mesmo depois da morte e ressurreição de Cristo.
(5) Maria foi simplesmente mãe.
Ela era uma pessoa simples, comum, igual a qualquer jovem daquela época.
Além disso, a julgar pelos evangelhos, ela nem era uma pessoa de falar muito.
A maior fala de Maria em todo o evangelho aconteceu logo após ela receber essa notícia do anjo Gabriel.
Não foi um discurso, não foi uma profecia, não foi um um protesto e nem mesmo uma poesia.
Maria fez uma oração em forma de canção.
É a partir do cântico de Maria que eu gostaria de compartilhar três dos motivos que faziam dela uma pessoa especial.
Suas emoções
Por que Maria?
O que tinha ela de especial?
Maria era especial porque ela louvava ao Senhor com suas emoções... Minha alma engrandece ao Senhor.
A alma é a sede das emoções.
Os sentimentos, sejam agradáveis ou desagradáveis, deixam marcas em nossas almas, e todos temos essas marcas.
Maria colocou suas emoções a serviço do louvor, do engrandecimento de Deus.
Nós vivemos em um mundo que se alimenta de emoções fortes e intensas.
São tempos em que os sentimentos têm-se tornado o centro da vida.
Muitas vezes, na TV, em meio a uma manifestação, o repórter, com um grande sorriso no rosto pergunta ao seu entrevistado: e aí, o que você está sentindo?
No intervalo, o anúncio sobre uma entrevista será transmitida na semana diz “não perca o depoimento de fulano de tal, você vai se emocionar”.
A chamada no rádio sobre o novo sabor de um refrigerante diz: “Prove essa emoção!”
Claro que as emoções fazem parte da vida, mas viver apegado àquilo que a gente está sentido pode ser uma prisão difícil de escapar.
Não devemos desprezar as emoções, mas precisamos aprender a engrandecer a Deus com elas, assim como fez Maria.
Depois de receber a visita do anjo, Maria com certeza estava tomada de alegria, medo, dúvida, esperança e incerteza: Eu, a mãe do salvador?
E o noivado, como vai ficar?
E José, vai entender isso?
E meus pais, que vão dizer?
Mas, em vez de ficar paralisada, ela decidiu seguir o caminho que Deus estava propondo pra ela e se colocou à disposição para que a vontade dele se realizasse nela e através dela.
A vida emocional de Maria, mesmo turbulenta, não se tornou um escape, um esconderijo para ela fugir da presença de Deus, ao contrário, tornou-se um livro aberto que ela podia apresentar a Ele.
Por isso ela podia dizer: a minha alma engrandece ao Senhor.
A jovenzinha aprendeu a colocar essas emoções com transparência e confiança diante do Senhor.
Ela dispôs sua vida emocional diante de Deus e declarou sua dependência Dele.
Havia um turbilhão de emoções passando pelo coração de Maria, mas isso não a impediu de adorar a Deus e engrandecer o nome dele.
E você, está disposta a apresentar suas emoções ao Senhor e seguir o plano dele, mesmo quando as coisas acontecem bem diferente daquilo que você imaginava?
Não importa se você se acha um poço profundo de emoções e sentimentos não resolvidos.
O mesmo Deus que ajudou Maria, também quer ajudar você.
Ele deseja folhear de forma gentil o livro aberto do seu coração confuso, colocar em ordem as prioridades de sua vida e ensiná-la a transformar suas emoções em motivo de glória ao nome dele.
Sua alegria
Por que Maria?
O que tinha ela de especial?
Em segundo lugar, penso que Maria era especial porque ela confiou no Senhor como a fonte da sua alegria... Meu espírito se alegra em Deus...
Maria estava dizendo que a alegria dela, os sonhos dela, o sentido da vida dela, tudo vinham do relacionamento que ela tinha com Deus.
É impressionante essa resposta de Maria, depois de ouvir a fala do anjo, porque de fato a notícia que ele trouxe poderia destruir os sonhos mais comuns de qualquer jovem daquele tempo.
E pra você, como são as coisas?
O que dá sentido para sua vida?
De onde vem a sua alegria?
Como todas as mulheres da sua época, Maria tinha um sonho: casar, ter filhos e viver uma vida pacata.
Mas isso não era apenas um sonho, no mundo em que Maria vivia, casar e ter filhos era o sentido pra vida de todas as mulheres.
Agora lhe chega um anjo e lhe desarruma a vida, dizendo assim de cara lambida, que ela vai ficar grávida e que seu filho será o Messias de Deus.
A pobre Maria não sabia o que dizer.
O que ela conseguiu perguntar foi: como, se sou virgem?
A virtude do espírito a cobrirá, disse o anjo.
Maria poderia ter dito que alquilo era demais pra ela, e que sua vida não fazia sentido sem o tipo de casamento e de família que ela sonhava, mas ela foi por outro caminho: procurou significado para sua vida em seu relacionamento com o Senhor.
Por isso, seu espírito estava alegre nele e na vontade dele.
Em que o seu espírito se alegra?
Onde você tem procurado a sua alegria?
O que é que faz com que sua vida tenha sentido?
Você entende que qualquer fonte de alegria que não seja o Senhor pode, de repente, secar?
Essa é uma pergunta tão importante que o Senhor lançou, através do profeta Jeremias, um alerta sobre qual é a fonte da nossa alegria.
Como são desafiadoras as palavras de Maria em sua oração... meu espírito se alegra em Deus…
Colocar sua alegria em qualquer coisa, mesmo que seja uma boa coisa, como seus filhos ou sua profissão, é como tentar guardar água numa cisterna rachada.
Mas se você fizer com Maria, e por meio de Jesus Cristo procurar sua alegria em Deus e na vontade dele para sua vida, você vai ganhar uma fonte permanente de alegria para viver.
Sua autoimagem
Em terceiro lugar, Maria era especial porque ela tinha uma imagem equilibrada de si mesma.
E o que é uma imagem equilibrada sobre si mesmo.
E quando a gente nem pensa que é mais nem que é menos do que aquilo que realmente a gente é.
E onde podemos ver que Maria tinha uma imagem equilibrada sobre ela mesma?
É fácil, quando ela afirmou: Deus, meu salvador...
Embora algumas pessoas se agarrem a Maria achando que ela pode salvar outras pessoas, ela sabia que era igual a todo mundo e precisava da salvação de Deus.
Mesmo depois de ter sido escolhida para ser a mãe de Jesus, Maria não se colocou acima de quem ela era.
Por outro lado ela sabia que a missão de gerar o salvador era especial e que ser escolhida para isso fazia dela uma pessoa abençoada por Deus.
Uma condição que seria sempre lembrada pelas pessoas dali em diante.
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