Sermon Tone Analysis

Overall tone of the sermon

This automated analysis scores the text on the likely presence of emotional, language, and social tones. There are no right or wrong scores; this is just an indication of tones readers or listeners may pick up from the text.
A score of 0.5 or higher indicates the tone is likely present.
Emotion Tone
Anger
0.05UNLIKELY
Disgust
0.07UNLIKELY
Fear
0.09UNLIKELY
Joy
0.19UNLIKELY
Sadness
0.12UNLIKELY
Language Tone
Analytical
0UNLIKELY
Confident
0UNLIKELY
Tentative
0UNLIKELY
Social Tone
Openness
0.03UNLIKELY
Conscientiousness
0.14UNLIKELY
Extraversion
0.45UNLIKELY
Agreeableness
0.61LIKELY
Emotional Range
0.22UNLIKELY

Tone of specific sentences

Tones
Emotion
Anger
Disgust
Fear
Joy
Sadness
Language
Analytical
Confident
Tentative
Social Tendencies
Openness
Conscientiousness
Extraversion
Agreeableness
Emotional Range
Anger
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Em nosso último estudo pensamos em três questões:
O que é uma igreja?
Pessoas que saíram do mundo e foram enviadas de volta a ele!
Como ocupo meu lugar na igreja?
Reconhecendo e exercendo os dons que me forma dados por aquele que me enviou!
Para que construir uma igreja?
Para que, com uma estrutura favorável, possamos melhor cumprir a missão de Deus!
Em João 20:21, depois de testemunhar na vida o que é ser enviado por Deus, agora Jesus nos envia.
Novamente Jesus disse: "Paz seja com vocês!
Assim como o Pai me enviou, eu os envio."
Sobre o final de Marcos, há um debate sobre o final, especialmente em Marcos 16:9-20, justamente na seção onde está o texto de hoje.
A questão é se esse final faz parte ou não do texto original escrito por Marcos.
Dewey Mulholland em seu comentário sobre Marcos (1978) afirma:
“Há um consenso quase universal de que, à luz das evidências internas e externas, esses finais não são parte da narrativa original.”
(1999, p. 238).
No entanto Hendriksen (2014, p. 729) diz que essa opinião não é unânime e cita vários estudiosos que defendem a originalidade dos 12 últimos versos.
Já o Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia conclui:
“Tomada como um todo, contudo, a evidência textual favorece o final chamado ‘mais longo’.”
(2013, p. 722).
Embora considerando a forte possibilidade de que foi feito um acréscimo, também creio que esse final de Marcos também pode perfeitamente transmitir lições para a prática do corpo de Cristo hoje.
A questão da incredulidade
Jesus censurou-lhes a incredulidade e a dureza de coração porque não acreditaram nos que o tinham visto depois de ressurreto.
As testemunhas são apresentadas em grau de credibilidade da época, do menor para o maior, sendo que o testemunho das mulheres não era considerado; o legítimo depoimento de duas testemunhas não foi aceito e o próprio Cristo fala para repreender a incredulidade.
Jesus confirma as testemunhas anteriores e nos garante que o testemunho da comunidade da fé sobre a ressurreição é o testemunho do próprio Cristo ressurreto (EDWARDS, ,
1.1.3.
(•) Como afirma Matthew Henry, um pastor presbiteriano que nasceu em meados do séc.
XVII, escreveu sobre Mc 16:14-18.
(•) As evidências da verdade do evangelho são tão completas que aqueles que não o recebem podem ser justamente repreendidos por sua incredulidade (1997, Mc 16.14).
1.2.
Aceitar quem Jesus é sempre foi um desafio, mesmo para aqueles que andaram com Ele.
1.2.1.
Por isso que quando Cristo diz “vão e preguem” Ele afirma que quem crer será salvo e quem não crer será condenado.
Um nítido contraste com a atitude de descrença dos discípulos.
1.2.2.
O batismo é só uma evidência externa, a questão é acreditar ou duvidar.
Não crer em quem é Jesus depois de ouvir a proclamação do evangelho não é só não compreender.
O verdadeiro ceticismo é as trevas da alma, e não apenas uma atitude mental eu requer provas empíricas (CHAMPLIN, 2002, p. 803).
1.2.3.
Agostinho disse (•) 1ª lição: “Creio para que possa entender”!(Idem).
Os discípulos estavam no limite entre a salvação e a perdição, porque não criam.
1.3.
A ordem para ir.
Vão pelo mundo todo e preguem o evangelho a todas as pessoas.
1.3.1.
Fomos comissionados.
Não creio que haja dúvida em ninguém que já passou algum tempo na igreja sobre o que Jesus nos mandou fazer.
1.3.2.
Com 21 anos de ministério = 1092 semanas – 84 semanas de férias = 1008 x 4 sermões por semana em média = 4032 sermões.
Contando + 81 em 2022 = 4113 sermões pregados em 21 anos e 6 meses.
Vou chegar a 5 mil em 2027!
Um pastor distrital com esse tempo de ministério não conseguiu ensinar às igrejas por onde passou o que Jesus mandou fazer?
Acho que a grande falha é COMO fazer.
Creio que tenho falhado nisso!
1.3.3.
A promessa para quem vai é de proteção miraculosa.
Estes sinais acompanharão...
Mc 16:20NVT Os discípulos foram a toda parte e anunciavam a mensagem, e o Senhor cooperava com eles, confirmando-a com muitos sinais.
Quem leu o texto do último sermão, publicado na internet, talvez lembre desse texto: (•) Igrejas missionais percebem a si mesmas não tanto como enviadoras, mas como sendo [elas mesmas] enviadas (BARRET, 2044, pág.
x).
ser uma igreja missional tem a ver com o COMO cumprir a missão.
Afinal, o que é uma igreja missional?
Vamos voltar a história de São Francisco.
Mais uma olhada na história
Quando a IASD foi aconselhada a desenvolver esforços bem organizados na SF de 1900, o trabalho de evangelismo ali já tinha 41 anos.
(•) Foi aberto em São Francisco um restaurante vegetariano, também uma mercearia e salas de tratamento (T7, p. 110 [12/dez/1900]).
Tudo começou em 1859 (•) (Portsmouth Plaza, 1858).
2.1.
(•) Merritt G. Kellogg viajou para California em 1859 e trabalhou em SF como carpinteiro e em 1861 catorze pessoas foram batizadas em resultado da série de conferências.
2.1.1.
Em 1867 ele saiu de lá para estudar medicina e no ano seguinte, durante a Assembleia Geral da IASD, fez um fervoroso apelo pelo envio de um pastor para SF.
2.1.2.
Em 28/mai/1868 ficou decidido que dois pastores iriam para SF.
2.1.3.
(•) John N. Loughborough e (•) Daniel Bourdeau chegaram lá em 18 de julho do mesmo ano.
2.2.
O tempo de apenas 20 dias para os preparativos se deu, provavelmente, ao chamado que sentia.
(•) Arthur L. White em seu livro Ellen White: mulher de visão (2015, p. 157) diz que ele teve não menos do que 20 sonhos em que se via trabalhando lá.
2.2.1.
(•) Quando Tiago White fez o apelo para que uma dupla missionária aceitasse o chamado, o (•) pastor Bourdeau disse que tinha ido a reunião com todos os seus bens, disposto a aceitar o chamado para onde houvesse necessidade.
2.2.2.
(•) John N. Loughborough escreveu sobre o trabalho que foi realizado ali em seu livro O Grande Movimento Adventista, publicado em 1905 (2014, p. 326-330).
2.2.3.
1871 foi um ano importante porque cinco igrejas já estavam organizadas a 71 km de SF e (•) em junho do mesmo ano, erguemos nossa primeira tenda pela primeira vez em São Francisco.
(p.
327).
Também nesse ano o Pr.
Bourdeau deixou SF e em 17 de junho chegou um outro pastor para ajudar no trabalho.
2.3.
Agora quero falar sobre um importante relato do Pr.
Loughborough, a partir da chegada do novo pastor, que teve a identidade preservada por conta de uma delicada situação.
2.3.1.
(•) O autor do livro diz que inimigos na cidade vigiavam o trabalho e estavam prontos a prejudicar a plantação da igreja ali.
(•) Certo companheiro de obra insistiu em seguir um curso de ação que eu tinha certeza que traria vergonha a ele mesmo e também à causa (p.
327).
2.3.2.
(•) Apesar de muito advertido, ele continuou obstinado até que em 23/jan/1872 o Pr.
Loughborough viajou (•) do condado de Sonoma para São Francisco a fim de verificar o que poderia ser feito para acalmar a situação (p.
328).
Uma reunião foi marcada para o dia 28/jan, domingo, às 9h00.
2.3.3.
(•) Saindo para a reunião, o Pr.
Loughborough encontrou a pessoa sobre quem seria tratado o assunto sentado na calçada, chorando e dizendo que não iria à reunião.
Ele disse que tinha ido ao correio no dia anterior, à noite.
(•) É um testemunho que ela escreveu para mim... Ele pediu que eu contasse à igreja que ele havia recebido um testemunho da irmã White, reprovando o por sua conduta e que ele havia aceito o testemunho, pois era verdadeiro (p.
329).
2.3.4.
(•) Em uma viagem com a estrutura de hoje, são 34 horas de Battle Creek a São Francisco.
O Pr. Loughborough descreve a linha do tempo até a chegada da carta, dia 27/jan/1872.
A. (•) 10/dez/1871.
Bordoville, Vermont – Ellen White tem uma visão e parte dela trata do assunto de SF;
B. (•) 27/dez/1871.
Ellen White começa a escrever para o irmão em SF, mas não termina, por alguma razão desconhecida;
C. (•) 18/jan/1872.
Battle Creek, Michigan – Ellen White é despertada de madrugada com a impressão de que deveria terminar e enviar o testemunho para SF.
Seu filho envia a carta e se certifica de que irá no malote da manhã;
D. (•) Naquela época, demorava cerca de nove dias para que as cartas chegassem por Terra de Michigan à Califórnia (p.
329).
(•) Voltar ao mapa, sobre o tempo de viagem;
E. (•) Nossos irmãos em São Francisco prontamente perceberam que ninguém poderia ter escrito para Battle Creek, contando o problema a Ellen White em tempo suficiente de ela escrever essa carta, pois tal situação ainda não existia (p.
329).
(•) Voltar ao mapa, sobre uma comunicação de ida e volta;
2.4.
(•) Se a carta tivesse chegado no domingo à noite, dia 28, em vez de sábado à noite, dia 27, haveria, sem dúvida, uma triste ruptura na igreja (p.
330).
2.4.1.
Para mim também fica claro como Deus estava agindo para que o trabalho ali prosperasse, afinal a obra é dEle, a igreja é dEle, a missão é dEle!
Se nos envolvermos na Missio Dei, teremos muitos desafios, mas também muitas evidências de que Ele está agindo, afinal a missão é dEle!
Voltando ao texto comentado desde o primeiro sábado que estamos falando sobre o assunto: “Durante os últimos poucos anos, a ‘colmeia’ em São Francisco tem sido sem dúvida uma colmeia muito ocupada.
Muitos setores do trabalho cristão têm sido desenvolvidos...” (Review and Herld, 5/jul/1906).
Embora uma descritiva e não normativa, claro que a “ocupada colmeia” era um ideal divino para as demais igrejas.
A história que se passou em São Francisco nos ajuda a entender como seguir os conselhos inspirados nos ajuda a entender a tarefa que está diante de nós.
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