Sermon Tone Analysis

Overall tone of the sermon

This automated analysis scores the text on the likely presence of emotional, language, and social tones. There are no right or wrong scores; this is just an indication of tones readers or listeners may pick up from the text.
A score of 0.5 or higher indicates the tone is likely present.
Emotion Tone
Anger
0.07UNLIKELY
Disgust
0.12UNLIKELY
Fear
0.11UNLIKELY
Joy
0.21UNLIKELY
Sadness
0.18UNLIKELY
Language Tone
Analytical
0UNLIKELY
Confident
0.16UNLIKELY
Tentative
0UNLIKELY
Social Tone
Openness
0.04UNLIKELY
Conscientiousness
0.13UNLIKELY
Extraversion
0.44UNLIKELY
Agreeableness
0.6LIKELY
Emotional Range
0.22UNLIKELY

Tone of specific sentences

Tones
Emotion
Anger
Disgust
Fear
Joy
Sadness
Language
Analytical
Confident
Tentative
Social Tendencies
Openness
Conscientiousness
Extraversion
Agreeableness
Emotional Range
Anger
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INTRODUÇÃO
Pode o povo de Deus passar por rejeição?
Curiosamente, a conversão a Cristo deveria tornar uma pessoa alguém bem visto e bem quisto pela sociedade.
A entrega da vida a Jesus deveria gerar uma sociedade onde novos convertidos fossem bem-vindos, visto não possuírem vícios, não ofenderem o próximo, não serem uma ameaça a ninguém.
Mas, curiosamente, tornar-se um cristão tem sido sinônimo de tornar-se alguém mal visto pela sociedade.
E não somente mal visto, mas em alguns países, alguém cuja vida constitui-se um perigo.
Na última semana, vimos em como Jesus foi rejeitado pelos seus familiares e por aqueles que o conheceram quando criança e adolescente em Nazaré.
Hoje, veremos mais dois exemplos de rejeição apresentados por Marcos.
O primeiro exemplo é o dos discípulos, enviados para viagens em missão.
O segundo, o exemplo de João Batista, o qual foi rejeitado até ter sua cabeça cortada.
PREPARANDO-SE PARA A REJEIÇÃO
Mc6.7-13
Veja alguns verbos de Jesus neste texto:
Chamou;
Enviou;
Deu autoridade;
Ordenou que nada levassem;
Recomendou.
Dos versos 7 a 10, vemos o modus operandi de Jesus.
Àqueles a quem Jesus chama, ele envia.
A obra é dele, logo não somos nós quem decidimos se vamos ou não.
Não temos autoridade sobre a obra que é de Jesus.
A obra da redenção é de Jesus.
Portanto, neste texto vemos que o próprio Jesus chamou (algo parecido com a escalação da seleção brasileira de futebol), Jesus escalou os doze, e os enviou de dois em dois.
Jesus tinha uma estratégia.
Mas, a eficiência da obra não está na estratégia, mas na autoridade daquele que envia.
Estratégias são boas pois evitam a desorganização, que traz vergonha ao Evangelho.
Mas o sucesso da missão não está na organização, mas, repito, na pessoa daquele que primeiramente chamou para depois enviar.
Assim, nossa comunhão com Jesus é fundamental para o sucesso da evangelização.
No final deste verso vemos qual é o maior problema de quem se dispõe a servir Jesus em seu trabalho, em sua escola, ou em sua família (ou em outro país).
Nosso maior inimigo é o Diabo.
Os espírito imundos são os agentes infiltrados entre os homens cegando-os para o Evangelho.
São estes espíritos imundos que roubarão a semente que você plantar.
Sua maior luta não é contra a incapacidade humana de se converter, mas contra estes espíritos que lutam diuturnamente contra o Reino da graça de Deus.
Jesus chama a atenção deles para o fato de que ele mesmo, Jesus, estaria com eles protegendo-os nas batalhas espirituais.
"É importante que saibamos que o reino de Deus não está entrando em um vácuo de poder" (Adolf Pohl).
Há um "autoridade sobre as pessoas deste mundo perdido, e estas autoridade dominam o "espaço aéreo" sobre a vida das pessoas.
É interessante perceber o quanto Marcos destaca várias vezes a expulsão dos demônios.
Após estas palavras, Jesus ordena que nesta primeira viagem eles não levassem quase nada pelo caminho.
Eles deveriam apresentar-se em simplicidade (e segurança, pois andar naquela região sem dinheiro e sem nada disso garantiria aos discípulos que eles não fossem assaltados pelo caminho).
As recomendações dos versos 8, 9 e 10 têm a intenção de proteger os discípulos, de lhes dar segurança durante a viagem.
No verso 10, Jesus trata de boa educação.
Ou seja, seja qual for a casa que forem recebidos, não procurem por algo melhor.
Deem bom testemunho.
"Tenham educação".
Já no verso 11, a rejeição lhes é assegurada.
Porém, diante da rejeição, eles não deveriam se entristecer, mas deveriam procurar outros lugares, outras pessoas, para continuar a pregar o Evangelho.
Os versos 12 e 13 nos contam como eles saíram e fizeram tudo que Jesus lhes mandou fazer.
Antes de falar do retorno dos discípulos, Marcos nos conta outra história de rejeição.
REJEITADO PELA VERDADE
A partir do verso 14, Marcos nos conta de outra história de rejeição.
Mc6.14-
Aqui está um breve resumo do que aconteceu, e que Marcos nos contará em detalhes nos próximos versos.
Quando os discípulos pregavam, a fama do nome e do poder de Jesus crescia por todas as regiões da Galileia, onde Herodes era governador.
A notícia chegou aos ouvidos dele.
Então, ele pensou na possibilidade de uma ressurreição ter acontecido.
Mas, quem teria ressuscitado?
João Batista?
Elias?
Algum outro profeta?
O poder que estava com os discípulos (e o que era operado por meio deles) era tão grande que Herodes e os demais cidadão da Galileia acharam que eles estavam voltando ao tempo dos grandes profetas.
Então, Marcos começa a falar de João Batista.
Mc6.17-
Toda esta história se resume a uma frase: "Quem decide viver pela verdade, deve esperar a rejeição não só da verdade, mas de sua própria vida."
João morreu não porque ele foi um bisbilhoteiro, mas porque decidiu pregar a verdade sobre um assunto que, à época, deveria ficar silenciado.
João, para as pessoas da época, não deveria ter falado da vida e pecado que envolvia Herodes.
Ele não deveria falar de adultério.
Não deveria falar de traição.
Mas João não viveu para si mesmo ou para os outros, João quis viver para Deus e, por isso, acabou morto.
Abraçar a verdade acabou resultando em rejeição diante dos homens.
No entanto, abraçar a verdade acabou tornando João um grande homem aos olhos de Deus.
Jesus diz que João foi a pessoa mais importante que viveu até aquele momento, em toda a história.
Com a morte de João, fica claro para nós que o ponto de Marcos é nos mostrar que não devemos esperar sempre aceitação.
Nossa fé nos levará, algumas vezes, a sermos rejeitados, e até mesmo assassinados.
Os discípulos voltaram para Jesus e não foram assassinados.
João não teve o mesmo fim.
Com uns será de um jeito, com outros de outro.
CONCLUSÃO
O que todos devemos esperar é que encontraremos rejeição e que esta rejeição não deve nos assustar.
Devemos, antes de tudo, abraçar a verdade de que a humanidade está a caminho do inferno e que somente a fé no sacrifício de Jesus por nós e o arrependimento de nossos pecados poderá nos salvar dessa condenação eterna.
Se não recebermos a Jesus e esta verdade em nossos corações, jamais seremos salvos e jamais a humanidade será salva.
Por isso, devemos temer a Deus antes de tudo e antes de todos.
Como Jesus disse:
O medo de ser rejeitado às vezes nos faz temer mais aos homens do que a Deus.
É quando os homens se tornam grande e Deus pequeno.
As palavras de Jesus também foram:
Mt10.
Rejeitarmos a Jesus nos fará alguém aceito pelo mundo todo.
Aceitarmos a Jesus nos fará sermos rejeitados em certos lugares.
Com isso em mente, devemos nos auto-examinar e colocar nossas vidas diante de Deus em oração e exame.
Estamos vivendo como?
Estamos temendo a quem?
Que a nossa oração seja pedindo por forças para sermos como os discípulos e como João Batista, corajosos até o fim, não temendo as consequências de nossa decisão por Deus.
Que o nosso viver seja Cristo e para Cristo.
E, caso venhamos a perder coisas, e até mesmo a nossa vida, que consideremos isso um lucro, como escreveu Paulo:
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