Sermon Tone Analysis

Overall tone of the sermon

This automated analysis scores the text on the likely presence of emotional, language, and social tones. There are no right or wrong scores; this is just an indication of tones readers or listeners may pick up from the text.
A score of 0.5 or higher indicates the tone is likely present.
Emotion Tone
Anger
0.08UNLIKELY
Disgust
0.1UNLIKELY
Fear
0.09UNLIKELY
Joy
0.61LIKELY
Sadness
0.14UNLIKELY
Language Tone
Analytical
0UNLIKELY
Confident
0UNLIKELY
Tentative
0UNLIKELY
Social Tone
Openness
0.02UNLIKELY
Conscientiousness
0.14UNLIKELY
Extraversion
0.45UNLIKELY
Agreeableness
0.6LIKELY
Emotional Range
0.21UNLIKELY

Tone of specific sentences

Tones
Emotion
Anger
Disgust
Fear
Joy
Sadness
Language
Analytical
Confident
Tentative
Social Tendencies
Openness
Conscientiousness
Extraversion
Agreeableness
Emotional Range
Anger
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CAPÍTULO 40 - 48 : Restauração do Templo
Estes nove capítulos formam a divisão final do livro.
O tema principal é a restauração do templo e de seu culto, que atingirá uma glória muito grande
Primeiramente Ezequiel mencionou os pecados que provocaram a queda de Judá (caps.
1-24), e anunciou a humilhação de seus vizinhos hostis (caps.
25-32).
Então ele descreveu a gloriosa restauração do seu povo à sua terra (caps.
33-39), sua regeneração (36.22-32) e a habitação do Senhor no seu meio para sempre (37.26-28).
Como um profeta prático, sob a orientação divina, a próxima preocupação do profeta era dar atenção à organização da vida religiosa na comunidade restaurada (caps.
40-48).
A visão de Ezequiel da comunidade restaurada abrange um novo Templo, ao qual a glória do Senhor retorna (caps.
40-43), um novo culto de adoração, com um ministério e sistema sacrificial ideais (caps.
44-46) e uma nova terra santa redividida entre as tribos sobre novos princípios (caps.
47,48).
Os últimos nove capítulos de Ezequiel apresentam cinco explicações
I – Alguns creem que esses capítulos descrevem o Templo de Salomão antes de sua destruição em 586 A.C. Isso não é possível por não haver concordância nos detalhes com os relatos nos livros de Reis e Crônicas.
II – Alguns consideram que e uma descrição do Templo restaurado, obra que foi concluída no século 6º a.C.
Essa posição tambem é insustentável, porque as descrições não correspondem.
III – Outros defendem que os caps.
Descrevem somente um Templo ideal.
Essa posição não explica por que a descrição e apresentada nem por que há tantos detalhes.
IV – Outro ponto de vista explica que e uma figura da Igreja e suas benção nesta área.
Esse ponto de vista não explica o simbolismo nem tampouco porque grandes aéreas da doutrina crista são omitidas.
V – A interpretação preferível e que Ezequiel da uma descrição do Templo do Milênio.
A julgar pelo amplo contexto da profecia (o período subsequente ao reajuntamento e conversão de Israel) e o testemunho de outras passagens da Escritura (Is 66; Ez 6; 14), essa interpretação está de acordo com o programa profético de Deus para o milênio.
O que está em consideração aqui não é a Igreja, pois se trata de uma profecia da consumação da história terrena de Israel.
Ezequiel, como um novo Moisés… , recebe uma visão do “modelo” do novo templo.
O profeta vê: (1) características exteriores do complexo do templo (40.5-27), (2)características interiores (40.28-46) e (3)as dimensões do espaço sagrado (40.27-42.20).
Então Ezequiel visualiza o retorno do Senhor ao templo (43.1-9) e recebe a ordem de descrever o modelo para o povo de Israel (43.10, 11).
CAPÍTULO 40
Neste capítulo temos:
I - Um relato geral desta visão do templo e da cidade, (vs.
1-4).
II - A apresentação de um relato específico.
E uma descrição: a) Do muro exterior, (vs.
5), b) Da porta oriental, (vs.
6-19), c) Da porta do norte, (vs.
20-23), d) Da porta do sul e das câmaras e outros apêndices pertencentes a estas portas (vs.
24-31), e) Do átrio interior, tanto para o oriente como para o sul, (vs.
32-38), f)Das mesas, (vs.
39-43), g) Das câmaras dos cantores e dos sacerdotes, (vs.
44-47), h) Do vestíbulo da casa, (vs.
48,49).
CAPÍTULO 41
No final do capítulo anterior foi dada uma descrição do vestíbulo da casa.
Isto nos leva para o próprio templo, cuja descrição cria muita dificuldade para os expositores críticos e ocasiona diferenças entre eles.
Observemos: I.
As dimensões da casa, os seus pilares (vs.
1), a entrada (vs.
2), a parede e as câmaras laterais (vs.
5,6), os fundamentos e as paredes das câmaras, suas portas (vs.
8-11), e a casa em si, (vs.
13).
II.
As dimensões do santuário ou a Santidade das Santidades, (vs.
3,4).
III.
Uma descrição de outro edifício que estava diante do lugar separado, (vs.
12-15).
IV A aparência do edifício da casa, w. 7,16,17.
V. Os ornamentos da casa, (vs.
18-20).
VI.
O altar do incenso e a mesa, (vs.
22).
VII.
As portas entre o templo e o santuário, (vs.
23-26).
CAPÍTULO 42
Este capítulo continua e conclui a descrição e a medição deste templo místico cuja arquitetura específica é muito difícil de entender.
E, mais ainda difícil de compreender o significado místico.
Aqui está: I. Uma descrição das câmaras que estavam ao redor dos átrios, sua localização e estrutura (vs.
1-13) e os usos para o qual elas foram criadas, (vs.
13,14).
II.
Um levantamento de toda a extensão do terreno onde estava a casa e os átrios pertencentes a ela, (vs.
15-20).
CAPÍTULO 43
Primeiramente, a glória de Deus retirou-se do lugar santíssimo, e colocou-se à entrada do templo: Ezequiel 10:4 “Então se levantou a glória do Senhor de sobre o querubim indo para a entrada da casa; e encheu-se a casa de uma nuvem, e o átrio se encheu do resplendor da glória do Senhor.”
Em seguida, retirou-se do templo e repousou sobre o carro-trono dos querubins Ezequiel 10:18 “Então saiu a glória do Senhor de sobre a entrada da casa, e parou sobre os querubins.”
Os querubins conduziram a glória de Deus até à porta oriental do templo Ezequiel 10:19 “E os querubins alçaram as suas asas, e se elevaram da terra aos meus olhos, quando saíram; e as rodas os acompanhavam; e cada um parou à entrada da porta oriental da casa do Senhor; e a glória do Deus de Israel estava em cima, sobre eles.”
Então ela retirou-se totalmente da área do Templo.
Por fim, a glória divina deixou a cidade de Jerusalém e pousou sobre o monte das Oliveiras.
Ezequiel 11.23 E a glória do Senhor se alçou desde o meio da cidade; e se pôs sobre o monte que está ao oriente da cidade”.
A glória de Deus retirou-se do templo por causa do pecado e idolatria do povo.
Deus retirou-se da sua casa de modo relutante e aos poucos, mas por causa da sua santidade, Ele teria de separar-se da idolatria do templo.
Assim, agora, volta da mesma direção para rededicar e purificar o templo com Sua presença.
O evento foi poderoso como o trovão ou o som de muitas águas (vs.
2) A terra, refletindo a glória do Senhor, iluminou-se gloriosamente (vs.
2).
O profeta vê que a glória vinha do caminho do oriente.
Essa manifestação da presença de Deus entrou no templo pelo caminho da porta (vs.
4) “que dava para o lado leste”.
A glória de Deus, tão perceptível, não será misturada com nenhum tipo de profanação, porque a glória está intimamente ligada à santidade de Deus.
Neste capítulo temos:
I.
A glória de Deus enchendo este templo, tomando assim posse dele, (vs.
1-6).
II.
Uma promessa da continuidade da presença de Deus com o Seu povo sob a condição de, no retorno deles, continuarem no caminho instituído da adoração, e abandonarem os ídolos e a idolatria, (vs.
7-12).
III.
Uma descrição do altar dos holocaustos, (vs.
13-17).
IVInstruções para a consagração deste altar, (vs.
18-27).
CAPÍTULO 44
Neste capítulo temos: I.
A atribuição da porta oriental do templo para o príncipe, (vs.
1-3).
II.
Uma reprovação à casa de Israel pelas suas antigas profanações do santuário de Deus, com uma ordem para serem mais cuidadosos no futuro, (vs.
4-9).
III.
A degradação dos levitas que tinham sido anteriormente culpados de idolatria e o estabelecimento do sacerdócio na família de Zadoque, que haviam mantido a sua integridade, (vs .
10-16).
IV.
Diversas leis e ordenanças relativas aos sacerdotes, (vs.
17-31).
No versículo 15, os sacerdotes levíticos, os filhos de Zadoque, eram descendentes de Zadoque, um contemporâneo de Davi e Salomão (II Sm. 8.17; 15.24-29; 20.25;
I Reis 2.27, 35) e Arão através de Eleazar (I Cr. 6.50-53).
Os outros levitas não se chegarão a mim, para me servirem no sacerdócio (44.13).
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